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06/02/2008 - Último Segundo / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Wachovia vende US$ 3,5 bilhões em ações e enfrenta acusação de fraude


Nova York, 6 fev (EFE) - O Wachovia anunciou hoje a venda de ações preferenciais no valor de US$ 3,5 bilhões para fortalecer seu capital, no mesmo dia em que foi divulgado que o quarto maior banco dos Estados Unidos enfrenta um processo por permitir fraude contra centenas de seus clientes.

O jornal "The New York Times" publica hoje em sua edição impressa que a entidade bancária enfrenta uma ação judicial na qual é acusada de ter permitido que vários operadores de telemarketing usassem suas contas para roubar milhões de dólares de, no mínimo, 346 mil clientes do gigante financeiro.

Segundo a publicação, em abril de 2007 foi apresentado perante o Tribunal de Distrito da Filadélfia um processo contra o banco no qual a direção da entidade bancária e seus advogados são acusados de terem conhecimento da fraude há anos.

De acordo com os clientes litigantes (que buscam a adesão de outras titulares de contas para impetrar uma ação coletiva), entre 2003 e 2006 o banco permitiu que alguns gestores de pagamentos criassem cheques para retirar fundos das contas dos usuários sem a assinatura de seus respectivos operadores de telemarketing.

A instituição é acusada inclusive de querer obter os negócios de várias empresas as quais sabia que eram acusadas de fraude, apesar dos alertas feitos por outras entidades, segundo o texto do processo citado pelo jornal nova-iorquino.

Uma porta-voz do Wachovia disse que a entidade estava levando "muito a sério" as acusações e que o presidente e executivo-chefe, Ken Thompson, está "ativamente envolvido" na adoção de medidas para corrigir a situação.

Algumas horas depois de as informações serem divulgadas, o Wachovia anunciou a venda de US$ 3,5 bilhões em ações preferenciais para fortalecer seu capital.

As ações contarão com um dividendo de 7,98% por dez anos (a partir de então estarão sujeitas as taxas de juros variáveis) e a operação permitirá que a empresa eleve seu raio de capitalização (relação entre a geração de fluxo de caixa e o valor patrimonial).

Assim, seu raio de recursos próprios de qualidade (denominados Tier 1) avançará até 7,9%, frente aos 7,2% do final de 2007.

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