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04/02/2008 - AFP Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça francesa abre processo por lavagem de dinheiro envolvendo Société Générale


PARIS (AFP) — O Société Générale viveu hoje um novo dia difícil: o banco voltou a ficar em evidência num relatório oficial sobre a enorme fraude atribuída ao funcionário Jérôme Kerviel, ao mesmo tempo em que foi aberto um processo de lavagem de dinheiro envolvendo a instituição.

O processo chamado "Sentier II", de lavagem de dinheiro entre a França e Israel, de 1996 a 2001, foi aberto em Paris ns presença do diretor-presidente do Société Générale, Daniel Bouton.

O processo, excepcional por sua extensão, número de pessoas envolvidas e duração, deve prosseguir até o mês de julho em Paris.

Cento e trinta e oito pessoas físicas, entre elas Daniel Bouton e vários executivos do Société Générale (SG), e quatro bancos (o SG, o Société marseillaise de crédit, Barclays-France e Banco Nacional do Paquistão) estão sendo julgados por lavagem de dinheiro agravada.

Ao lado disto, um relatório da ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, divulgado hoje, aponta falhas no sistema de fiscalização dos operadores do Société Générale.

O banco sofreu prejuízos de mais de US$ 7 bilhões devido a operações fraudulentas realizadas por um funcionário, o operador Jérôme Kerviel, que admitiu durante interrogatório ter ludibriado" o sistema de segurança do banco, usando códigos de acesso de outras pessoas e falsos correios eletrônicos para confirmar operações fictícias.

"Alguns mecanismos de controle interno do banco não funcionaram como deveriam ou não foram objeto de um acompanhamento adequado", afirmou a ministra em relatório de 11 páginas entregue ao primeiro-ministro François Fillon.

Segundo o documento, os bancos franceses devem reforçar a fiscalização de suas transações de mercado, criando uma espécie de quadro dos riscos operacionais para melhor identificar fraudes internas.

Para a minista, é necessário "aumentar substancialmente" o valor das multas que a Comissão Bancária francesa pode aplicar às instituições que não cumprirem a regulamentação do setor. O valor máximo da multa atualmente é de 5 milhões de euros (U$ 7,3 milhões).

Ela ressalta, no entanto, que o relatório não tem o objetivo de estabelecer responsabilidades em relação à fraude.

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