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28/01/2008 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Escolaridade do Eleitorado - Meta é melhorar a educação


Os deputados estaduais integrantes da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembléia Legislativa manifestaram preocupação com o levantamento divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), referente à escolaridade do eleitorado brasileiro. De acordo com os dados, o Nordeste é a região onde há mais eleitores analfabetos, com 4,2 milhões, número maior que a soma das demais regiões do país. Ao todo, o Brasil possui 6,46% de eleitores analfabetos.

Segundo a avaliação do vice-presidente da Comissão de Educação, deputado Artur Bruno (PT), o analfabetismo ainda é um “mal” que se reproduz na sociedade brasileira. “Ao analfabeto é mais fácil a ilusão com promessas falsas de más políticas; daí, o governo Lula ter lançado o projeto Brasil Alfabetizado, reforçando bastante a educação de jovens e adultos”, argumenta.

O eleitor com maior grau de instrução, no entendimento de Bruno, torna-se mais conhecido da realidade, dispondo de melhores critérios para o julgamento dos partidos e políticos nas urnas. “Consequentemente, pode votar com mais esclarecimento e consciência. Não é à toa que, durante muitas décadas, a educação não foi prioridade no Brasil”, declarou o parlamentar petista.

Enquanto o percentual de eleitores analfabetos é de 3,51% e 3,84% nas regiões Sul e Sudeste, no Norte e Nordeste chegam 8,74% e 12,22%, respectivamente. 51,5% dos eleitores do País, ou seja, 127,4 milhões de brasileiros aptos a votar até o final de 2007, não conseguiram completar o primeiro grau ou apenas lê e escreve.

Democracia

Para o deputado Roberto Cláudio (PHS), a superação deste cenário é um dos “maiores desafios” para a consolidação da democracia do País. “Precisamos de um eleitorado com consciência crítica, capacidade de discernir entre as diferenças dos projetos ideológicos dos partidos políticos, para que tenhamos uma democracia representativa”, condiciona. Para ele, só a educação de qualidade vai diminuir as chagas sociais.

O deputado Carlomano Marques (PMDB), por sua vez, deixou claro que os números apresentados pelo TSE são “escandalosamente altos”, ponderando ter dúvidas. “Porém, o primeiro passo positivo foi dado no sentido da universalidade do ensino, para erradicar o analfabetismo”, lembra. O peemedebista acrescenta ter consciência de que, em muitos lugares do País, a qualidade do ensino é frágil e débil. “Isso faz com que o aluno deixe a sala de aula”, reconhece. O segundo passo, conforme sustenta Marques, é a qualidade do ensino oferecido: “Não existe mágica. O caminho é a qualidade”.

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