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24/01/2008 - AFP Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes similares à sofrida pelo banco francês Societé Générale


PARIS (AFP) — O banco francês Societé Générale, vítima de uma fraude protagonizada por um de seus empregados, anunciou nesta quinta-feira que perdeu neste episódio 4,9 bilhões de euros (mais de US$ 7 bilhões), um recorde neste tipo de irregularidade, cometida por um só homem.

Estas são, por ordem de importância, outras ações semelhantes que sacudiram em suas respectivas épocas os mercados financeiros:

- Sumitomo (1986-1996) - Yasuo Hamanaka, conhecido como o "rei do cobre", era responsável pelas atividades do setor de cobre na companhia japonesa Sumitomo Corp. Este empregado fez sua empresa perder 2,6 bilhões de dólares ao realizar transações fraudulentas durante dez anos. Hamanaka imitou a assinatura de seus superiores em operações com corretores estrangeiros, o que lhe dava poder para realizar transações e transferências de fundos.

- Barings: Em fevereiro de 1995, o banco de negócios mais antigo da Grã-Bretanha, Barings, ficou sob controle judicial após a fuga de um de seus corretores. Em Cingapura, onde vivia, Nick Leeson apostou num aumento do índice da bolsa de Tóquio no momento em que estava em baixa e especulou sobre o preço do petróleo. Ele acumulou 850 milhões de libras (1,2 bilhão de dólares) de perdas, escondidas em uma conta secreta com o código 88888. Condenado a seis anos e meio de prisão, foi liberado em 1999, acometido por um câncer de próstata do qual se curou.

- Allfirst: Em fevereiro de 2002, o principal banco irlandês, Allied Irish Bank (AIB), comunicou que um corretor havia dissimulado 691 milhões de dólares de perdas em operações de câmbio. John Rusnak, que trabalhava há sete anos no Allfirst, na filial norte-americana do AIB em Baltimore, reconheceu que havia realizado operações de câmbio fictícias para cobrir perdas que ele havia sofrido nos anos 90. Em 2003 foi condenado a sete anos e meio de prisão e a pagar as perdas que ocasionou ao grupo bancário.

- Calyon: Em setembro de 2007, um corretor norte-americano da Calyon, em Nova York, filial de financiamento e investimento do banco francês Crédit Agricole, provocou um rombo contábil de 250 milhões de euros. O empregado foi além dos limites do banco e atuou sem permissão em mercados de crédito, usando quantidade de dinheiro demasiado altas e correndo riscos excessivos.

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