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17/01/2008 - Jornal da Cidade de Bauru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia apreende R$ 4 mil falsificados

Por: Thatiza Curuci


De uma só vez, foram apreendidos ontem em Bauru cerca de R$ 4 mil em notas de R$ 20,00 e R$ 50,00 falsificadas. O dinheiro estava no carro do jogador de futebol Frank Wesley Lemos, 27 anos, que foi abordado pelo Policiamento Rodoviário na rodovia Bauru-Iacanga, na altura do Jardim Pagani. Encaminhado à Polícia Federal, Lemos, que é de Lençóis Paulista (43 quilômetros de Bauru), foi preso.

O Policiamento Rodoviário recebeu uma denúncia anônima indicando que o rapaz havia saído de Iacanga (50 quilômetros de Bauru) em um Volkswagen Gol cor prata e que seguia para Bauru. Ao interceptar Lemos na estrada, os policiais encontraram algumas notas falsificadas na carteira do acusado. O restante estava embrulhado em papel, dentro do automóvel.

Apesar da falsificação ser considerada bem feita pelos policiais, era possível identificar que a cor da nota era mais escura do que a da cédula verdadeira. Enquanto Lemos prestava depoimento na PF, uma vítima se apresentou na delegacia.

O comerciante Ricardo Cardoso, 38 anos, de Lençóis Paulista, contou à polícia que o rapaz entregou-lhe uma nota de R$ 50,00 falsificada ontem de manhã. “Ele entrou no bar e pediu um refrigerante de dois litros. Pagou com uma nota de R$ 50,00”, conta. Cardoso disse que, na hora, não percebeu que a nota era falsificada.

“Quando fui pagar um rapaz que estava consertando a máquina de lavar da minha casa com a mesma nota, ele percebeu que era falsificada. Na hora, procurei a Polícia Civil da cidade e eles pediram para eu vir para a Polícia Federal de Bauru”, explica. O comerciante entregou o dinheiro para ser apreendido.

Não é a primeira vez que Cardoso recebe uma nota de R$ 50,00 falsificada. Da outra vez, ele entregou-a em um banco de Lençóis Paulista. Lemos não quis falar com a reportagem. Ele teria jogado no Clube Atlético Lençoense em 2004. A reportagem tentou contato com o clube, mas não conseguiu localizar seu presidente.

A pena para quem comete o crime de falsificar, portar ou fabricar moeda falsa é reclusão de 3 a 12 anos. Lemos seria encaminhado para a cadeia pública de Avaí ou Duartina.

Em dezembro do ano passado, o Jornal da Cidade divulgou que um derrame de moedas falsas tomou conta do comércio de Iacanga. Na ocasião, não houve nenhuma denúncia formal na polícia e ninguém sabia como elas passaram a circular na cidade.

As notas falsificadas teriam passado de mão em mão por muito tempo sem chamar atenção. No entanto, um dono de supermercado desconfiou quando um desconhecido na cidade propôs a troca de R$ 70,00 em moedas. Os comerciantes reclamam que muitas pessoas deixam dinheiro falsificado circulando, apesar de perceber a falsificação, para não amargar prejuízo uma vez que não há ressarcimento.

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