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06/01/2008 - Tribuna do Norte Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa dá desfalque de R$ 1 milhão e sócios fogem de Ponta Grossa

Por: Maria Gizele da Silva


Depois de causar um prejuízo de pelo menos R$ 1 milhão a atacadistas do ramo alimentício em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, sócios das empresas Portal Distribuidora de Alimentos e Ponta e Frios Comércio de Alimentos fugiram e estão sendo investigados pela Polícia Civil. Eles deram férias coletivas a cerca de 10 funcionários e fecharam as portas na véspera do Natal, deixando alimentos apodrecerem nos galpões. Indiciados por estelionato e formação de quadrilha, se encontrados, os empresários podem pegar de 2 a 8 anos de prisão.

O grupo arrendou as empresas e estava na cidade havia sete meses atuando na venda e compra de alimentos. Nesse período, conta o delegado responsável pela investigação, Jairo Luiz Duarte de Camargo, conquistaram a confiança de atacadistas com transações volumosas e a credibilidade dos antigos donos das empresas arrendadas.

As vítimas que procuraram a polícia nesta semana relataram que tiveram boletos não pagos e receberam cheques sem fundos. O desfalque, conforme informações da delegacia, pode chegar a R$ 6 milhões. Somente uma das vítimas – que não teve o nome divulgado pela polícia – perdeu R$ 300 mil com o grupo, referente à locação do imóvel de uma das empresas.

“Eles praticaram o chamado ‘golpe arara’. Fizeram altas vendas e conseguiram boas comissões, revendendo a mercadoria para outras cidades sem efetuar o pagamento aos fornecedores”, explica o superintendente da Polícia Civil em Ponta Grossa, Élter Garcia. No ano passado, mais dois casos semelhantes foram registrados na cidade – no ramo de alimentos e de construção civil –, porém com volumes menores de dinheiro.

Apenas nesta semana 10 boletins de ocorrência foram feitos, mas o delegado acredita que novas vítimas possam aparecer. Até o momento, nenhum funcionário procurou a polícia para registrar queixa da falta de pagamento dos salários.

Com base nos depoimentos já prestados, a polícia chegou a seis nomes de sócios envolvidos. O gerente de uma das distribuidoras prestou depoimento, mas não ficou preso porque a polícia não tinha mandado judicial e não havia condições para o flagrante. O delegado Camargo investiga ainda se as identidades dos sócios são verdadeiras. “Entre eles temos documentos de São Paulo e de Minas Gerais”, aponta o delegado. Segundo o superintendente Garcia, é possível que o grupo ainda esteja escondido no Paraná.

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