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22/12/2007 - Última Instância Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Procuradoria denuncia 32 acusados de furtos pela Internet


O MPF (Ministério Público Federal) em Belo Horizonte (MG) denunciou 32 pessoas acusadas de integrar uma quadrilha especializada em crimes cibernéticos.

Elas foram alvo da operação Ilíada, realizada em 9 de novembro para cumprimento de 31 mandados de prisão (20 preventivos e 11 temporários) e 34 mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte.

Segundo a denúncia do MPF, o grupo se dividia em três grandes grupos: o dos hackers, que usavam seus conhecimentos técnicos de informática para desenvolverem ou obterem “programas espiões” e deles fazerem uso na rede para a captura das informações bancárias das vítimas; o dos agenciadores, que se encarregavam de cooptar pessoas que “emprestassem” suas contas, CPFs ou empresas para fins da subtração dos valores e o dos “beneficiários”, que eram os destinatários dos recursos subtraídos.

O MPF diz que os acusados inseriam programas espiões nos computadores das vítimas para a obtenção, por meios fraudulentos, de suas senhas bancárias e dados cadastrais. O esquema das fraudes virtuais entrava em operação quando o hacker enviava, em massa, falsos e-mails para atrair a curiosidade do usuário, geralmente contendo mensagens de conteúdo ardiloso, como cartões virtuais de amor, anjo, Papa, foto de tragédias recentes e avisos de mensagens de torpedo de celular.

Com os dados, os criminosos tinham acesso às contas correntes das vítimas para a realização de transferências, saques e pagamentos indevidos. Para realizar os saques, a quadrilha utilizava contas de laranjas, para onde eram transferidos os valores que, por sua vez, eram imediatamente sacados por outro membro do grupo.

Os furtos também eram cometidos pelo sistema de atendimento por telefone, comumente conhecido por bank phone.

Todos os denunciados irão responder pelos crimes de furto qualificado, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas, somadas, podem chegar a 21 anos de prisão. Os “hackers” irão responder ainda pelos crimes de violação de sigilo bancário.

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