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19/12/2007 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresas também são vítimas de golpes virtuais


Quando se fala em golpe pela internet, como clonagem de cartões e sites irregulares de vendas, a preocupação sempre é com o cliente. Mas, com o aumento do comércio eletrônico, as lojas virtuais também passaram a sofrer golpes de clientes e ter prejuízos. Por causa disso, elas estão reforçandos os cuidados na hora de vender.

Em uma rede de lojas de roupas de cama, mesa e banho, as vendas por internet são cada vez mais freqüentes, e os golpes aplicados também. De acordo com o gerente de comércio eletrônico, Marcelo Acácio, o golpe mais comum é a “auto-fraude”. “O cliente passa seus dados ou o cartão de algum familiar ou amigo, recebe o produto e diz que não recebeu”, disse.

Para evitar fraudes desse tipo, a empresa montou um esquema próprio de segurança. “Sofremos muitas tentativas de golpes, mas conseguimos bloquear a maioria delas”, afirmou o gerente.

O músico Milton Bortolotto, por exemplo, sempre costuma fazer compras de instrumentos e equipamentos pela internet. Nos últimos meses, ele reparou que as lojas estão mais criteriosas na hora de vender. “No caso de cartão de crédito, alguns sites estão pedindo para passar um fax assinado, autorizando a operação, e a liberação sai depois de cinco dias”, disse.

O coordenador do movimento Internet Segura, Igor Rocha, afirma que atualmente é mais comum a loja virtual sofrer um golpe do que o consumidor. “A loja acaba ficando com o prejuízo porque, normalmente, a venda com cartão de crédito admite esse tipo de repudio de operação”, afirmou.

Segundo ele, a atenção redobrada, tanto para quem vende quanto para quem compra, é a principal dica. “É preciso obter mais informações do consumidor para saber se ele realmente é quem diz ser. É importante também verificar se aquela loja existe e se comercializa adequadamente aqueles produtos”, explica Rocha.

Há também o golpe que pode prejudicar tanto os consumidores quanto as lojas: a ação de golpistas que conseguem entrar no sistema de uma pessoa e roubar todos os dados. Nesse caso, o delegado José Mariano, responsável pelo setor de Repressão aos Crimes na Internet, explicou que o número de clientes lesados ainda é maior, mas que aumentaram também os comerciantes vítimas de golpes.

A orientação do delegado é que o lojista deve manter um sistema de comunicação com órgãos de proteção ao crédito e também com administradoras de cartão de crédito porque, se ocorrer fraude, a loja pode repassar a responsabilidade para esse serviço.

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