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02/11/2015 - UOL Notícias / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pesquisadores desenvolvem novo método para datar as tintas de documentos


Bilbao (Espanha), 2 nov (EFE).- Pesquisadores da Universidade do País Basco (norte) desenvolveram um novo método para determinar a idade de escritos e documentos oficiais, mediante a análise da tinta com a qual foram escritos ou assinados.

O método, batizado como "Datink", permite determinar com maior exatidão o período de tempo que a tinta de caneta está depositada no papel, em documentos de até quatro anos de antiguidade, informou a Universidade em comunicado.

A nova técnica também consegue salvar outros problemas relacionados com a quantidade de tinta depositada ao escrever e o tipo de papel utilizado, já que estas variáveis dificultavam precisar a data de um documento com os métodos tradicionais.

A data de documentos constitui um campo fundamental no âmbito da ciência legista, ao permitir estabelecer, por exemplo, quando foram determinados apontamentos contábeis ou quando foi feito um testamento ou foi assinada uma quitação.

Por outro lado, a nova técnica é muito menos invasiva do que outros métodos tradicionais, ao reduzir a um o número de punções necessárias a realizar no documento para analisar sua antiguidade.

O sistema foi desenvolvido pela equipe da UPV/EHU formado pela catedrática de Química Analítica Rosa María Alonso, a doutora Itxaso São Román, do grupo Farmartem do Departamento de Química Analítica, e o doutor Luis Bartolomé, do Serviço Central de Análise de Bizkaia (SGIker).

Determinar a idade de um documento para conhecer sua legitimidade é uma tarefa condicionada pelo tipo de papel em que se encontra escrito, a pressão do traço -quantidade de tinta que foi depositada no momento de escritura-, e inclusive a técnica empregada.

Até o momento, os métodos de datação tradicional podiam indicar se o escrito era relativamente novo (menos de 90 dias) ou mais antigo (mais de dois anos), no entanto esta precisão cronológica é insuficiente para certos casos, sobretudo, judiciais.

Com a nova técnica, baseada na evolução de um dissolvente que se encontra em 80% das tintas das canetas comuns tipo BIC, é possível determinar se o texto foi escrito até há 1.500 dias (algo mais de quatro anos), com uma margem de erro de 300 dias em cima ou abaixo. EFE

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