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06/10/2017 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pessoas com diplomas falsificados tentam obter carteira do Crea-ES

Por: Kaique Dias

Informação é do próprio Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo. O risco para a população é de que pessoas não capacitadas sejam contratadas.

Seis pessoas tentaram obter diplomas falsificados no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) por meio de diplomas falsos nos últimos dozes meses no Estado. A ação é considerada crime, que gera até seis anos de reclusão e multa.

A tentativa de conseguir uma carteirinha no Crea-ES com diploma falso se dá porque há a exigência do documento ao se contratar um trabalho profissional, por algumas pessoas e instituições.

Até uma empresa que prestava manuteção a equipamentos hospitalares no Espírito Santo tentou uma carteirinha no Crea-ES com diploma falso. Segundo o conselho, um hospital do Estado teria pedido um técnico em eletrônica e foi apresentado um com diploma falso por sócios dessa empresa.

A direção do hospital pediu a comprovação do trabalho por meio da carteira do conselho. “Não falaram isso para a gente, mas talvez para evitar ter um gasto maior. Nós levamos esse caso à Polícia Federal”, explicou a Supervisora de Registro do Crea-ES, Thaís Marinho.

O Conselho Regional regulamenta várias profissões, entre elas nas áreas de engenharias civil, elétrica e mecânica, agronomia, geografia e geologia. Várias áreas técnicas também são regulamentadas pelo Crea-ES.

Em média, o Conselho recebe 250 solicitações por mês para registros. “A gente sempre faz várias análises antes de conceder o registro. Procuramos a instituição de ensino e pedimos as informações do profissional. Se é de ensino técnico, procuramos o SisTec, do Mec, para verificar a informação”, explica.

Thaís afirma que nenhuma carteirinha foi concedida até hoje para quem tem diploma falso. Além dos documentos, que podem ser falsificados até pela internet, carteirinhas do Crea-ES também já foram falsificadas.

Em uma das situações, a assinatura do presidente do conselho na carteirinha não condizia com o período de gestão e a fraude foi facilmente descoberta. "Uma falsificação grosseira", assinala Thaís.

“É um risco que a sociedade corre. Envolve diversas áreas. No caso da engenharia, por exemplo, até o desabamento de algum empreendimento a coisa pior. Tem muita gente desempregada, e as pessoas veem oportunidades nessas situações”, acrescenta.

Para Thaís, é importante que as pessoas ou instituições que vão contratar um serviço tenham cuidado e chequem todas as informações da formação. “Tem que observar, você está pagando pelo serviço. Se não depois quem será cobrado?”, acrescentou.

No ano de 2015, o Conselho registrou apenas uma tentativa de conseguir o registro do Crea-ES com diploma falso.

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