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03/10/2015 - Brazilian Voice Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Daniel Fernandes aguardará audiência na prisão

Por: Leonardo Ferreira

O brasileiro é acusado de fundar a companhia DFRF que supostamente administrava um esquema de pirâmide que movimentou até US$ 15 milhões

O brasileiro Daniel Fernandes Rojo Filho, residente em Winter Garden (FL), suspeito de administrar um esquema de pirâmide que movimentou até US$ 15 milhões aguardará a audiência em detenção. O suposto esquema focalizava imigrantes de língua portuguesa e espanhola em Massachusetts. O réu é acusado de envio ilegal de dinheiro.

Daniel foi preso por agentes federais em 21 de julho, depois de ter sido acusado de lesar os investidores em decorrência de uma ação judicial apresentada pela US Securities and Exchange Commission (SEC) e uma denúncia criminal movida pela Promotoria Pública de Massachusetts. As autoridades alegam que o brasileiro e uma rede de promotores motivavam as vítimas a investir dinheiro na companhia chamada DFRF Enterprises, a qual supostamente operava mais de 50 minas de ouro no Brasil e África. Na realidade, a empresa, cujo nome é as iniciais de Filho, gerava lucros somente do dinheiro investido pelas vítimas, que recebiam comissões se recrutassem mais vítimas para o esquema, segundo o SEC.

Filho e seus promotores levantaram mais de US$ 15 milhões ao venderem “participações” na companhia para pelo menos 1.400 investidores, rapidamente aumentando as vendas de menos de US$ 100 mil em junho de 2014 para mais de US$ 4 milhões em março de 2015, conforme o SEC.

“A DFRF e seus operadores alegavam falsamente que administravam um negócio lucrativo de minas de ouro quando na realidade operavam um esquema de pirâmide que vitimava especialmente membros de comunidades imigrantes, que perderam milhões de dólares”, disse John T. Dugan, diretor regional do SEC em Boston (MA), no início de 2015. “Os investidores não eram informados do valor real e segurança de seus investimentos”.

Os representantes da empresa se encontravam com os investidores em especial primeiramente em Massachusetts, em reuniões organizadas em salões de hotéis, residências e escritórios, segundo o SEC. Um desses encontros ocorreu em 16 de outubro de 2014, a bordo do Spirit of Boston, um barco ancorado no Porto de Boston. As autoridades alegam que Daniel gravou um vídeo da reunião e o postou online no YouTube.

Os promotores supostamente fizeram promessas falsas aos investidores que seu dinheiro estava integralmente segurado e que a DFRF tinha uma linha de crédito com um banco privado suíço. Além disso, eles alegavam que um quarto do lucro da companhia era destinado à obras sociais na África, segundo o SEC.

As autoridades acusam que Daniel sacou até US$ 8.5 milhões da DFRF para uso pessoal, incluindo contas de restaurante e uma frota de carros de luxo. Ele foi indiciado em 5 de agosto com 3 acusações de envio ilegal de dinheiro. O réu alegou inocência durante uma audiência preliminar ocorrida em 3 de setembro, em Boston e permanece detido, enquanto espera outra audiência em 8 de outubro.

Supostamente, Filho organizava o esquema com pelo menos outros 5 promotores, que também foram acusados pelo SEC: Wanderley M. Dalman, morador em Revere (MA), Gaspar C. Jesus, morafor em Malden (MA), Romildo da Cunha, do Brasil, e Eduardo N. da Silva, Heriberto C. Perez Valdes e Jeffrey A. Feldman, todos da Flórida.

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