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18/01/2008 - TV Canal 13 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha é desarticulada pela polícia


Um bando que vinha aplicando golpes contra idosos nos estados do Maranhão, Piauí, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Bahia e Rio Grande do Norte, foi desarticulado em uma operação conjunta envolvendo policiais piauienses lotados na Delegacia do Idoso, sob o comando do delegado Marllos Sampaio, e na delegacia regional de Patos, na Paraíba.

As investigações em torno das ações do grupo no Piauí começaram em dezembro de 2007, quando o delegado do Idoso daquele estado solicitou à Justiça a decretação das prisões preventivas de vários acusados e foi atendido pelo juiz da comarca de Angical, onde o grupo atuou.

A operação para prender os golpistas teve início na madrugada de quarta-feira, na Paraíba, com a prisão de Julivan Ferreira Alves, o líder do grupo, Suênia Matos dos Santos e Francisca Alves da Silva. Gisley Pereira Rodrigues, que é irmão de Julivan, Antônio Carlos Dias Filho e Antônio João Dias Martins conseguiram fugir, mas deixaram um veículo, um Gol, que foi apreendido.

Além do carro, foram apreendidos, uma moto, aparelhos de telefones celulares e cartões em nome de idosos de vários estados, que eram usados para empréstimos nas modalidades de conta corrente e por consignação (desconto na folha de pagamento).

Todos os acusados presos serão transferidos ainda nesta semana para Teresina, onde vão ser interrogados e depois encaminhados para a Casa de Custódia.

Marllos Sampaio afirmou que a quadrilha praticava o crime de estelionato usando as agências bancárias do Piauí, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Sergipe. Os integrantes da quadrilha ajudavam os idosos, a maioria analfabetos, a sacar o dinheiro nos caixas eletrônicos das agências bancárias, entregavam o dinheiro que efetivamente sacavam para as vítimas não desconfiarem do golpe, mas trocavam os cartões por outros parecidos, mas falsos.

Depois, os criminosos iam para municípios distantes a 50 ou 60 km da cidade de origem do titular do cartão, onde aplicavam o golpe, sacando mais dinheiro e fazendo empréstimos consignados em nome dos aposentados e pensionistas para pagamento em parcelas nos proventos futuros dos beneficiados.

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