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04/05/2006 - Valor Online / UOL Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes continuam a pressionar resultado da Vivo, que tem prejuízo de R$ 179,3 milhões no trimestre

Por: Taís Fuoco


SÃO PAULO - A Vivo Participações, empresa que passou a ter ações listadas no final de março, depois da primeira etapa da reestruturação societária do grupo no país, registrou um prejuízo líquido de R$ 179,3 milhões nos três primeiros meses do ano, enquanto em igual período de 2005 a companhia registrava um lucro líquido de R$ 42,1 milhões. De acordo com o balanço divulgado há pouco, a companhia continua a sofrer o impacto da clonagem em seu sistema, que gera chamadas não reconhecidas pelos clientes e lhe obriga a aumentar a provisão para devedores duvidosos (PDD).

Nos três primeiros meses do ano, a PDD foi de R$ 161 milhões, um salto de 82,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O salto já havia acontecido no balanço dos três últimos meses de 2005, quando a PDD atingiu R$ 260,8 milhões. Pelo demonstrativo de resultados de hoje, " essa rubrica continua pressionada por fraude de subscrição e inadimplência precoce, exigindo ações rigorosas por parte da empresa, decorrente da ainda acirrada concorrência " .

A geração de caixa (Ebitda, da sigla em inglês) foi de R$ 717,1 milhões no primeiro trimestre, com uma retração de 26,7% sobre igual período de 2005. Com isso, as margens Ebitda da companhia caíram 10,3 pontos percentuais, para 27,6% das receitas, motivada, segundo o balanço, por maiores gastos com comercialização pela atividade comercial, além dos gastos com terceiros e provisão para devedores duvidosos, mesmo em um trimestre marcado por menor aquecimento do consumo.

As despesas com comercialização de serviços aumentaram 29,2% sobre o mesmo período de 2005, motivados por aumento nos gastos com serviços de terceiros e intensificação do telemarketing ativo, de acordo com a companhia.

A receita líquida total ficou praticamente estável na comparação com o mesmo trimestre de 2005, com crescimento de 0,6%, para R$ 2,59 bilhões. A base de clientes subiu 11,8% frente aos três primeiros meses do ano passado e atingiu 30,13 milhões de clientes. O número de clientes pós-pagos cresceu 8,5% e o de pessoas jurídicas, 13,5% sobre o primeiro trimestre de 2005.

O total do endividamento da companhia em 31 de março era de R$ 5,48 bilhões, dos quais 40% vencem no curto prazo. Segundo o balanço da companhia, as dívidas de curto prazo " são cobertas com a disponibilidade e o fluxo de caixa operacional da empresa " . O volume em caixa na data era de R$ 1,66 bilhão.

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