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26/04/2016 - Paraná Portal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Funcionários do IML são alvo de operação por fraudes no DPVAT


Uma quadrilha suspeita de aplicar golpes para obter o seguro DPVAT e para driblar o rodízio de empresas funerárias em Curitiba é alvo de uma operação da Polícia Civil do Paraná deflagrada na manhã desta terça-feira (26). Cerca de 60 policiais estão nas ruas para cumprir 29 mandados expedidos pela Justiça.

A Operação Ressurreição é realizada pelo Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce) e acontece em Curitiba, quatro municípios da Região Metropolitana e também em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Foram expedidos 12 mandados de prisão temporária, 14 de busca e apreensão e três de condução coercitiva. Entre os alvos está um médico que atua em Unidade de Pronto Atendimento (UPA), além de empresários, funcionários públicos do Instituto Médico Legal (IML) e agentes funerários, entre outros.

INVESTIGAÇÕES

De acordo com as informações da polícia, integrantes da organização criminosa se passavam por funcionários do Instituto Médico Legal (IML), da Polícia e até do Exército para enganar familiares dos mortos com o objetivo de obter o seguro DPVAT. Segundo o delegado do Nurce, Renato Bastos Figueora, a quadrilha arquitetou um plano para aliciar os familiares das pessoas mortas, obtendo delas procurações para que entrassem com o seguro DPVAT – que pode chegar até R$ 13,5 mil. Uma pequena parte era repassada para a família enquanto que o restante ficava com os criminosos.

Os investigados passavam o dia e especialmente a madrugada atrás de corpos vítimas de acidentes de trânsito ou morte natural, sendo que para isso corrompiam os motoristas do IML, para que estes passassem informações privilegiadas e em tempo real dos óbitos. Para cada “corpo” indicado, os funcionários do IML recebiam R$ 700.

A quadrilha chegou a fraudar documentos do local de morte de algumas pessoas e até mesmo de produzir um atestado de óbito de uma pessoa que está viva. O Nurce investigava a quadrilha desde julho de 2015 depois que a direção do IML detectou irregularidades na liberação dos corpos de duas pessoas.

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