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09/12/2007 - Folha de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Venda direta pela web requer atenção redobrada

Por: Gustavo Villas Boas


Antes de bater o martelo em um site de leilões (que também fazem venda direta, com preço definido) conheça o perfil do vendedor. Quem faz uma compra nesse tipo de site deve depois avaliar a transação, com qualificação positiva ou negativa -além de deixar um comentário sobre o processo.

São nos vendedores mais conhecidos e bem avaliados que o usuário deve apostar, diz Marco Aurélio Brasil, gerente jurídico do Mercado Livre (www.mercadolivre.com.br), o maior site brasileiro do tipo.

Para Brasil, as cautelas nos sites de venda direta são diferentes das de lojas on-line. "Deve-se usar e abusar do sistema de perguntas para o próprio vendedor: se o equipamento funciona em 110 V ou 220 V, se é compatível com o que o comprador tem em casa."

"O comprador deve evitar o pagamento antecipado", diz Brasil. "O pagamento só com a entrega pelos Correios é útil, mas pode dar problema. O conteúdo da caixa pode ser outro", adverte o gerente jurídico.

Os Correios oferecem um serviço chamado Sedex a cobrar, em que quem recebe a encomenda paga um preço estipulado pelo remetente, que recebe o valor por vale postal. Só que o destinatário não pode abrir e manipular o produto antes do pagamento.

"O comprador só deve fazer depósito em uma conta com o mesmo nome do vendedor e evitar pagar em contas do tipo poupança, mais suscetíveis a fraude", diz Brasil.

Ele sugere que, para maior segurança, o usuário deve optar pelo Mercado Pago, serviço em que o site faz a intermediação do pagamento, entre outros benefícios, mordendo uma taxa sobre o valor negociado. Usando esse serviço, o comprador paga ao Mercado Livre, que retém o valor e só o libera depois de autorização do cliente ao receber o produto.

"Com a adoção do Mercado Pago, caiu muito o número de tentativas de fraudes no site. Hoje, só duas em cada 10 mil transações são malsucedidas no Mercado Livre", afirma.

Concorrente

O portal UOL, ligado ao Grupo Folha, lançou neste ano o site de leilões TodaOferta (todaoferta.uol.com.br).

O site tem um sistema de refino de buscas mais fácil de mexer que o do Mercado Livre, mas, em ambos, os critérios possíveis, como localidade, tipos de pagamento ou faixa de preço, são bastante amplos.

No TodaOferta, é possível fazer o pagamento por um sistema parecido com o Mercado Pago: o PagSeguro.
Na página, também dá para conversar com o vendedor, se ele estiver disponível, em um chat no local. Porém, como o sistema é mais recente que o MercadoLivre, não é difícil encontrar vendedores com poucas ou nenhuma qualificação.

Pirataria

Em ambos os portais, não é raro encontrar produtos piratas e com origem suspeita. Apesar das pechinchas encontradas nos serviços, a recomendação é a mesma: fuja de preços excessivamente baixos.

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