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08/12/2007 - Agência Lusa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Banco Mundial pede transparência para combate à corrupção


Lisboa, 08 Dez (Lusa) - O Banco Mundial (Bird) revelou que o apoio à criação de instituições fortes, à recuperação de bens roubados e à transparência dos negócios da indústria extrativa são pilares da sua estratégia de luta contra a corrupção na África.

"Temos vários exemplos de fraca governança e de gestão ineficaz na prestação de serviços públicos à população, o que abre uma porta à corrupção. Por isso, queremos apoiar os governos a criar instituições fortes", disse a diretora executiva do Banco Mundial, Ngozi Okonjo, num evento paralelo à cúpula União Européia-África.

Para Ngozi Okonjo, os principais pilares do plano de luta contra a corrupção estão na redução da pobreza pelos próprios governos, na criação de instrumentos para ajudar a construir bons governos, com a "identificação dos pontos onde existe mais corrupção e de maior exigência de transparência".

"Muitas vezes, é nos contratos públicos feitos pelos próprios governos que existe mais corrupção. Por isso, é essencial saber o custo próprio de cada contrato, ver a concepção do projeto. Temos de arranjar uma forma de tornar as regras mais claras", afirmou.

Como exemplo, Ngozi Okonjo citou o trabalho feito nesta área em Botsuana, onde "os governos já têm de publicar os rendimentos provenientes da indústria extrativa".

Iniciativas

O Bird está apostando ainda numa iniciativa de recuperação de bens roubados, que visa "apoiar os países a recuperar os bens que são levados para o exterior".

De acordo com Ngozi Okonjo, "a luta contra a corrupção deve adaptar-se a todos os países", havendo casos em que "é preciso ter tolerância zero". "Temos de ter formas para que os indigentes não paguem duas vezes".

O representante da Comissão Européia (braço executivo da UE), Klaus Rudischauser, disse que "está enviando bastante dinheiro aos parceiros africanos" para melhorarem a aposta no seu futuro, pedindo-lhes que "identifiquem os seus pontos fracos e apresentem planos de ação".

"É preciso transparência e saber de onde vêm e para onde vão os dinheiros", afirmou Rudischauser.

A ministra sueca do Desenvolvimento e Cooperação Internacional, Gunilla Carlsson, elogiou o empenho do Banco Mundial na luta para "apanhar o peixe graúdo" e não apenas o "miúdo".

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