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24/11/2014 - O Tempo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Compra virtual esconde riscos

Por: Marco Antônio Corteleti

Número de crimes cibernéticos em Minas Gerais mais que dobra em apenas dois anos

Ao mesmo tempo em que a tecnologia propicia inúmeras facilidades para o consumidor moderno, como a compra feita pela internet, também surgem os mais variados problemas decorrentes desses avanços. Dentre os crimes financeiros mais comuns, as fraudes com cartão ocupam lugar de destaque em meio a uma variedade de crimes virtuais. Em apenas dois anos, o número de delitos registrados nas duas Delegacias Especializadas em Investigação de Crimes Cibernéticos (DEICC) em Belo Horizonte mais que dobrou: passou de 547 em 2011 para 1.139 em 2013.

De acordo com o delegado titular da 1ª DEICC, César Duarte Matoso, há todo tipo de crime na internet. “O caso mais comum é o estelionato, isto é, delito relativo a produtos que não são entregues, de carros e celulares a CDs e livros”. Em geral, segundo Matoso, esses artigos “inexistentes” são adquiridos de sites desconhecidos e/ou registrados em outros países.

Processo lento. Como em qualquer outro tipo de investigação, o processo é lento. Segundo o delegado, o inquérito policial costuma exigir até duas quebras de sigilo, o que acaba atrasando seu andamento porque depende de autorização judicial.

Até pouco tempo atrás, um golpe bastante comum aplicado pelos criminosos era a clonagem de cartões. Mas, com a introdução do chip, esse tipo de delito reduziu sensivelmente. “O chip tornou as transações com cartão físico mais seguras, mas as compras pela internet passaram a ser o alvo dos golpistas”, afirma o especialista em prevenção de fraudes Lorenzo Parodi.

Segurança. Recentemente, reportagem exibida pelo programa “Fantástico”, da rede Globo, mostrou uma quadrilha especializada em tecnologia que burlou a segurança dos chips de cartões. “O que houve, na verdade, foi a extração dos ‘dados públicos’, basicamente as senhas, feita em um equipamento adulterado. Não há nada de novo nisso, pois sempre foi possível obter essas informações do chip”, revela o especialista Lorenzo Parodi.

A novidade desse golpe, segundo ele, foi a descoberta de falhas na autenticação dos cartões de alguns bancos, que deixaram de implementar as recomendações do padrão internacional que garante a segurança das transações com cartão, chamado EMV.

Febraban garante segurança

O diretor da Comissão de Prevenção a Fraudes da Federação Brasileira de Bancos, Adriano Volpini, diz que os problemas com fraudes em cartões com chips são pontuais. “Os bancos que fizeram a implantação parcial já ajustaram o processo para a metodologia segura de autenticação do chip. Hoje, todos contam com seu processo de segurança máxima nas transações financeiras”, afirma. Mas cautela é bom: nunca deixe seu cartão na mão de ninguém.

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