Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FALSIDADE DOCUMENTAL NOS PROCESSOS ELETRÔNICOS

Veja aqui a programação deste inédito treinamento programado para o dia 20/12 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

30/10/2014 - Folha de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa é suspeita de usar Minha Casa Minha Vida em golpe no exterior

Por: Fernanda Odilla


A Polícia Federal apura se o nome da Caixa Econômica Federal e do programa habitacional Minha Casa Minha Vida foram usados indevidamente por uma empresa do Rio Grande do Norte investigada por suspeita de lavagem de dinheiro e de crimes tributários.

Nesta quinta-feira (30), a empresa foi alvo de operação da PF, que mobilizou 50 policiais e 12 auditores da Receita Federal para cumprir 10 mandados de busca e apreensão.

Principal alvo da investigação, o EcoHouse Group atraía investidores estrangeiros oferecendo taxa de retorno consideradas bem acima das praticadas no mercado. Segundo a polícia, a promessa de retorno do investimento variava entre 12% e 20% ao ano, sendo que os dividendos nunca eram devolvidos.

De acordo com as investigações, esse grupo movimentou nos últimos cinco anos aproximadamente R$ 150 milhões no Brasil.

A PF apura as conexões do presidente do grupo, conhecido em Natal como "O Poderoso Chefão", em referência ao filme dirigido por Francis Ford Coppola. Por isso, a PF batizou a operação de "Godfather", o nome em inglês do filme.

Esse investigado também é presidente de um time de futebol potiguar.

No site do EcoHouse há referências sobre o Minha Casa Minha Vida e também uma logomarca da Caixa. A PF apura de que forma o grupo usava o banco e o principal programa habitacional do governo federal para atrair investidores.

A principal suspeita, por ora, é que o grupo aplicava golpes oferecendo investimentos no Minha Casa Minha Vida.

CINGAPURA

As investigações indicam que, somente no mercado de Cingapura, foram lesados cerca de 2.000 investidores, sendo que cada cota de investimento vendida naquele país equivalia a US$ 46 mil. Há a suspeita de o grupo teria aplicado golpes na Itália, onde também patrocina um time de futebol.

A PF instaurou a investigação em agosto deste ano, depois de receber informações de movimentações atípicas do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Agora apura, além dos laços e conexões com outras empresas, o montante total movimentado de forma suspeita pelos investigados.

A Folha não localizou ninguém do EcoHouse para comentar a operação.

A Caixa Econômica Federal informou que não tem nenhuma operação com a empresa e que está colaborando com Polícia Federal nas investigações.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 439 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal