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21/02/2014 - CBN Foz Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia de Juiz de Fora orienta sobre fraudes de documentos de identidade


Dados levantados pela Serasa em 2013 apontam que as tentativas de fraude contra o consumidor bateram recorde no Brasil. Casos em que os dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios com falsidade ideológica ou obter créditos e não pagar depois. Em Juiz de Fora não há uma estatística sobre o assunto, mas segundo a polícia, este tipo de golpe tem sido comum no município.

Segundo a polícia, entre as principais ocorrências destacam-se: solicitação de um cartão de crédito pelo golpista que usa identificação falsa ou roubada, e a fatura é enviada para a vítima, que fica com o prejuízo; compra de bem com identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima; abertura de conta com identificação falsa ou roubada; e abertura de empresas utilizando dados roubados. Empresas que muitas vezes são usadas como "fachada" para a aplicação de golpes no mercado.

O autônomo Vítor Mendes da Silveira foi uma das vítimas do golpe. Segundo ele, este é um problema que se arrasta desde 2006, ano em que ele descobriu que o Cadastro de Pessoa Física (CPF) dele havia sido bloqueado. "Foi quando fui fazer uma compra para minha irmã em 2006 e fiquei sabendo que tinha uma empresa no meu nome desde 2003. Cancelaram meu CPF e sem ele agora não posso fazer nada, nem arrumar emprego, nem fazer concurso”, lamentou.

O autônomo garante que não perdeu nenhum documento, nem assinou papéis em branco. Segundo ele, os dados pessoais foram retirados de currículos que distribuiu na época. Vítor conta que já procurou a Receita Federal e sem solução entrou na Justiça. “Preciso ter conta no banco, prazo para pagar materiais que uso para trabalhar. Agora tenho que comprar tudo à vista, nada a prazo, e fica difícil”, disse.

Para o delegado Rogério Couto, assim que o consumidos notar que perdeu um documento ou foi vítima de fraude, deve imediatamente registrar a ocorrência. “Faz um Boletim de Ocorrência relatando quais documentos perdeu, o local, informar se foi perda, furto ou roubo, além de procurar Serviço de Proteção ao Crédito para dificultar que alguém abra uma conta usando os dados", orientou.

De acordo com a polícia, é importante evitar colocar dados pessoais nas redes sociais e nunca fornecer informações a e-mails recebidos que solicitam recadastramento em nomes de bancos ou receita é uma importante forma de prevenção. “As vezes a pessoa divulga os dados em Minas e é vítima de golpe no nordeste ou São Paulo. Por isso elas devem ter mais cuidado”, explicou o delegado.

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