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21/02/2014 - CBN Foz Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia indicia 10 suspeitos por fraude em presídio de Campina Grande


O delegado Glauber Fontes indiciou 10 pessoas suspeitas de fraude na redução de penas de detentas no Presídio Feminino do Serrotão, em Campina Grande, nesta sexta-feira (21). A operação Remição aconteceu no dia 23 de janeiro e prendeu duas diretoras da unidade prisional e um advogado. Entre os indiciados, também estão seis presidiárias e uma funcionária da Vara de Execuções Penais do Fórum Affonso Campos.

Todos os envolvidos respondem em liberdade. Os suspeitos foram indiciados por corrupção ativa, uso de documento falso, formação de quadrilha, corrupção passiva, falsidade ideológica, peculato e fraude processual. "Para a Polícia Civil não interessa quem figura na capa do inquérito e sim o seu conteúdo. Nós vamos prender qualquer um que estiver na prática delitiva", afirmou o delegado Glauber Fontes.

Segundo a polícia, os detidos na operação Remição fazem parte de um grupo que fraudava processos para conceder redução de pena a presas da unidade, através do registro de dias de trabalho que não foram efetivados pelas detentas.

As investigações tiveram início há cerca de três meses, quando uma denúncia anônima indicou a existência do esquema. Segundo o delegado regional de Campina Grande, Marcos Paulo Vilela, além das prisões, foram apreendidos um computador que era usado na diretoria do presídio e livros de registro de atividades das presidiárias. No inquérito, a polícia também descobriu que uma das diretoras costumava frequentar um flat em João Pessoa, pertencente a uma das presas.

O esquema tinha como objetivo beneficiar as presidiárias da unidade com a possibilidade de redução da pena e até mesmo facilitar a progressão de pena do regime fechado para o semiaberto. De acordo com os delegados que participaram da operação, há indícios de que o esquema fraudulento exista desde 2012.

Além das diretoras e do advogado, quatro presidiárias que estavam no regime semiaberto retornaram para o fechado a partir da operação e duas que já estão no regime fechado vão responder por novos crimes. Segundo a polícia, o advogado preso era responsável pela defesa de quatro das seis detentas envolvidas na fraude.

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