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18/02/2014 - Capital News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Camaronenses são presos em Campo Grande aplicando o golpe da nota negra

Por: Juliana Rezende


Os camaronenses Jean Jacques Pierrin, 41, Alphatain Duplair Kako, 32 e Valery Giscal Ngangum, de 32 anos, foram presos em Campo Grande depois de tentarem aplicar o folpe conhecido como "golpe da nota negra". A prisão do três homens ocorreu na última sexta-feira (14).

Segundo informações da Polícia Civil, o trio estava hospedado em um hotel, localizado na Avenida Mato Grosso, e foi surpreendido por policiais da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações e Falsificações, Falimentares e Fazendários (Dedfaz). Conforme informações policiais, os três homens, moradores do país africano República dos Camarões, foram surpreendidos em um posto de combustível próximo do local de hospedagem tentando utilizar cédulas de dinheiro falsas, repassando o dinheiro para o comércio da região e ainda estariam em posse de uma máquina de 'fazer dinheiro'.

Segundo a delegada titular da Dedfaz, a intenção do grupo era aplicar o golpe conhecido como "golpe da nota negra", que induz as vítimas ao erro, fazendo-as inserir em um envelope pardo uma nota de R$ 50,R$ 100 ou até mesmo U$ 100 dólares verdadeiras, juntamento com dois papéis brancos, de tamanhos semelhantes aos da nota verdadeira.

De acordo com a Polícia Civil, os papéis utilizados, mesmo sob luz negra, apresentam sinais característicos do papel moeda correspondente, pois os falsários aplicavam um produto, semelhante ao Iodo, sobre a cédula original e os papéis tornando-os negros e depois passam os papéis com ferro quente e os introduziam ao envelope pardo.

O produto novamente é aplicado no interior do envelope, passando-o com ferro e retiram as notas de seu interior. Neste mesmo envolope há um fundo falso contendo duas notas verdadeiras de semelhante valor, além daquela primeira, usada como 'matriz'. Depois de levar o dinheiro, os homens aplicam sobre ele um produto químico, com parafina e ácido ascórbico, simulando uma susposta lavagem de dinheiro.
O trio preso em Campo Grande foi indiciado por associação criminosa e tentativa de estelionato.

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