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10/02/2014 - O Momento Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsos Médicos

Golpes de falsidade ideológica são descobertos em Papanduva

Falsos médicos foram flagrados utilizando nomes e registros profissionais para atuarem em hospitais de Canoinhas, Papanduva e Irineópolis, no Norte de Santa Catarina. Os suspeitos utilizavam o número de inscrição do Conselho Regional de Medicina (CRM) dos profissionais da saúde para atuarem até mesmo em emergências de hospitais.

Há pouco mais de um mês, os moradores de Papanduva foram surpreendidos pela notícia de que mais um falso médico estava trabalhando no pronto atendimento da prefeitura do município. O homem usava nome e número de inscrição do CRM de um médico do Paraná.

De acordo com o Delegado da Polícia Civil de Papanduva Gustavo Muniz Siqueira, no mês de dezembro de 2013, após uma verificação realizada pelo CRM de Canoinhas, descobriu-se que uma pessoa não identificada estaria atuando, irregularmente, com o nome do médico Eduardo Magrin de Barros. Diante da notícia, a Polícia Civil de Papanduva instaurou Inquérito Policial para apurar os fatos, visto que o "falsário" também atuou naquela cidade.

Após ser questionado pelo delegado, o suposto médico atendeu ao telefonema de uma colega de trabalho e afirmou apenas que é formado fora do Brasil e que, por não ter passado no exame conhecido como Revalida, obrigatório para atuar no país, usava, temporariamente, documentação clonada. Em seguida, ele desligou o telefone e não atendeu novas tentativas. Para colegas de trabalho, o falsário disse que nasceu no Mato Grosso.

Já no início das investigações, descobriu-se um segundo "falsário". A suspeita utilizava-se do nome da médica Roselaine Sturião.

Um terceiro caso também foi descoberto em Papanduva, no pronto-atendimento do Hospital São Sebastião. Além dos dois, a Polícia Civil intensificou as investigações e descobriu recentemente que o médico Clayton Moura Belo também havia sido "clonado", aumentando o número de falsos médicos para três.

Todos prestavam serviço para a Empresa Méd Koss, que possui contrato de fornecimento de médicos com diversas prefeituras da região. Dos mais de vinte e cinco profissionais que atuaram em Papanduva pela empresa, seis ainda não foram verificados por não terem sido localizados, podendo haver outros casos.

A prefeitura municipal de Papanduva, no entanto, já rescindiu o contrato com a Méd Koss.
A Polícia Civil esclarece que as investigações prosseguirão e os suspeitos estão sendo identificados para medidas futuras.

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