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10/02/2014 - Diário da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Nome de deputado usado em estelionato

Por: Danyla Martins

Cargos comissionados na Alego eram vendidos por R$ 250, utilizando o deputado estadual Francisco Gedda (PTN).

Após algumas pessoas procurarem o gabinete do deputado estadual Francisco Gedda (PTN) para formalizarem possíves ofertas de emprego na Assembleia Legislativa de Goiás, descobriu-se que o nome do deputado era usado para a prática de estelionato. Os cargos que era oferecidos não procediam com o conhecimento tanto do deputado quanto da equipe do seu gabinete.

Identificado apenas por Aislan Alves, esse é o único nome que surgiu, até o momento, como suposto envolvido na venda de empregos na Assembleia utilizando a figura de Francisco Gedda. Mediante a surpresa do fato, o deputado estadual foi até a Delegacia Estadual de Investigação Criminal (Deic) para formalizar a denúncia de estelionato.

A delegada Mayana Rezende, titular da Deic, afirmou ao Diário da Manhã que as investigações serão iniciadas e que, até o momento não há detalhes sobre algum suspeito. Conforme informou a delegada, após a denúncia proferida ontem pelo deputado, os próximos procedimentos serão procurar as vítimas para coletar dados até que o autor do crime de estelionato seja identificado.

Incluído e também confirmado pela delegada, o deputado federal Sandro Mabel (PMDB) também seria uma das vítimas que teve o nome utilizado por terceiros para a prática ilegal. De acordo com Mayana Rezende nenhum contato foi efetuado ainda, portanto, precisaram de um tempo para que as investigações possam tomar forma e consistência. A deputada ainda enfatizou que nomes não serão confirmados, por enquanto, para não atrapalhar o andamento das investigações.

Um valor de R$ 250 era cobrado pelo suposto autor do crime às vítimas do golpe como garantia de uma vaga de funcionário comissionado na Assembleia Legislativa. Ontem o deputado prestou o depoimento que fará parte do Inquérito Policial como medida cabível para que seu nome não esteja envolvido indevidamente neste caso. Ainda na delegacia o deputado descobriu que investigações já estavam sendo realizadas e que o nome do deputado federal Sandro Mabel também foi usado pelos estelionatários.

Com 40 anos de vida pública o deputado estadual ficou surpreso com o fato e mencionou que durante todos esse período o seu nome nunca esteve relacionado a qualquer tipo de prática ilícita e, espera que a polícia investigue e chegue até os criminosos. O deputado salientou que na semana passada foi procurado, via telefone por duas pessoas, em busca das vagas ofertadas. Segundo Francisco Gedda as vítimas foram informadas que o parlamentar estaria montando uma equipe para campanha durante as eleições deste ano, porém, é uma informação que não procede.

Francisco Gedda ainda acrescentou que ontem mais seis pessoas estiveram no gabinete e a informação que obteve foi que cerca de trinta pessoas estariam sendo vítimas do estelionatário. "É uma situação que nos deixa bastante preocupado." O deputado mencionou que com a denúncia protocolada na Deic será possível averiguar o suspeito. Francisco Gedda também informou que o assessor do deputado Sandro Mabel formalizou denúncia que envolvia o parlamentar no mesmo esquema de uso indevido do seu nome.

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