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10/02/2014 - Jornal A Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Loja de veículos é acusada de estelionato em Ribeirão Preto

Por: Guilherme Plaza

6º Distrito Policial está apurando o caso e já lavrou sete boletins de ocorrência.

Pelo menos oito pessoas se dizem vítimas de estelionato praticado por uma revenda de automóveis em Ribeirão Preto. A loja, que ficava na avenida Caramuru, não devolveu os veículos consignados antes de fechar as portas.

O 6º Distrito Policial está apurando o caso e já lavrou sete boletins de ocorrência relacionando a Polly Multimarcas. Em seis das ocorrências, os proprietários reclamam que deixaram o carro para ser vendido, mas a garagem foi fechada e os veículos sumiram.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Samuel Zanferdini, os sócios da empresa podem ter a prisão preventiva decretada. Além disso, explica Zanferdini, após a conclusão dos inquéritos, eles podem responder por estelionato e apropriação indébita. “Acreditamos que ainda possa haver mais vítimas. Cinco carros já foram bloqueados”, diz.

Hamilton Paulino, advogado que representa três das vítimas, explica que ainda não se sabe o que foi feito com os carros. “Não sabemos onde eles estão e nem se foram vendidos irregularmente. Não foi dada nenhuma satisfação para os proprietários”.

Dentre as vítimas que a polícia tem notícia até agora, o motorista escolar Milton César de Assis, 40, é o único que comprou um dos carros irregulares. “Eu vi a Kombi em um anúncio na internet e fui até Ribeirão vê-la. Gostei, eles perdiam R$ 16 mil Isso foi no dia 13 de dezembro”, diz o morador de Brodowski. “Eu fiquei de voltar lá para pegar o documento e daria a diferença”.

Na última quinta-feira é que ele se deu conta que a loja estava fechada. “Fui até lá e vi a loja fechada. Levei um susto”, conta.

Para resolver a questão, Milton entrou em contato com o proprietário real do veículo, que não tinha recebido dinheiro algum. “O proprietário teve bom senso e resolver dividir o prejuízo. Eu paguei R$ 21 mil por um carro de R$ 16 mil. E ele recebeu R$ 11 mil pelo carro de R$ 16 mil. Mas ainda tenho esperança de receber esse dinheiro”.

A reportagem procurou Paulo Henrique Zonfrile e Adalto César Thomaz, sócios da revenda. Eles não foram encontrados. O advogado que responde pela loja não retornou à equipe de reportagem.

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