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03/02/2014 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Reconhecimento facial é usado contra fraudes em ônibus de Uberlândia

Todos os usuários que pagam meia passagem como estudantes, ou andam de graça, são fotografados.

Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, as empresas de ônibus estão usando o reconhecimento do rosto para combater fraudes no pagamento das passagens.

Cadastro e foto para receber o benefício da gratuidade ou o desconto nas passagens. Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, as empresas de ônibus descobriram que idosos e deficientes, que não pagam passagem e estudantes que pagam a metade do valor, têm emprestado os cartões para parentes ou amigos.

"Igual carteirinha de estudante, que paga metade, tem gente que nem estuda e pega a dos outros", comenta a estudante Luana Baia Souza.

Imagens mostram que o cartão para deficiente pertence a um homem. Mas, é uma mulher que tem usado o benefício. Em outro caso, o cadastro é para uma estudante, mas é utilizado por outro jovem.

Para impedir a fraude, as empresas do transporte público investiram em detectores de reconhecimento facial. São aparelhinhos que ficam sobre as catracas. Todos os usuários que pagam meia passagem como estudantes, ou andam de graça, são fotografados. Ninguém escapa das câmeras. Em apenas meia hora foram mais de 40 pessoas flagradas fraudando o sistema.

“Nós temos no mês um milhão de utilizações de gratuidade que incluem idosos, estudantes e deficientes. Deste volume, a gente entende que pode ter de 20% a 30% fazendo fraude do sistema”, aponta Riverton Mantovani, administrador geral da Ubertrans.

São tiradas seis fotos simultâneas que são comparadas com as imagens que os beneficiários têm cadastradas no sistema.

“Assim que nós detectamos a fraude, nós bloqueamos os cartões e repassamos o relatório para a Settran e ela chama o usuário para aplicar as penalidades pela lei”, afirma João Regner, encarregado do sistema de bilhetagem.

Constatada a fraude, o usuário perde o benefício por pelo menos seis meses.

“Nós acreditamos que gradativamente, no decorrer dos anos, com a diminuição da fraude, a gente possa trabalhar em um ambiente de receita e de despesa mais saudável”, comenta Alexandre Andrade, secretário Serviços Urbanos de Minas Gerais.

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