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05/12/2007 - pernambuco.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsos cartomantes devolvem jóias de vítima


A polícia civil conseguiu recuperar todas as jóias levadas de uma européia integrante do corpo diplomático de um consulado no Recife vítima de um casal de estelionatários que se passava por cartomantes. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Darley Timóteo, a medida foi possível graças a uma tentativa de acordo feita com os suspeitos, Alexandre Annovicho Luiz, 36 anos, e Josiane Blado Antônia, 29.

“Desde a prisão sensibilizamos o casal no sentido de devolver o montante levado da vítima. Foi feita uma espécie de acordo. Em razão de eles serem considerados criminosos ocasionais e utilizarem apenas a inteligência como arma, poderíamos tentar que os suspeitos respondessem em liberdade desde que ajudassem na investigação. No dia em que foram presos, eles depositaram R$ 1.000, o que era muito pouco diante de um total de R$ 400 mil entre dinheiro e jóias roubados. Então, eles disseram que deram entrada em um apartamento em São Paulo no valor de R$70 mil e descreveram o imóvel, o que fez gerar um futuro seqüestro do imóvel. Depois entraram em contato com o pai dele em São Paulo que ontem devolveu integralmente todas as jóias”, relatou o delegado.

Timóteo não acredita na conivência do pai no crime: “Em nenhum momento ele aparece como participante da fraude. Mas temos um terceiro suspeito que já foi identificado e estamos aguardando que a Justiça conceda o pedido de prisão preventiva”, acrescentou. As jóias, avaliadas em cerca de R$ 300 mil foram trazidas de avião pessoalmente pelo pai de um dos suspeitos, que veio acompanhado de um advogado, e devolvidas ainda ontem à vítima.

Já os estelionatários continuam detidos. Ele no Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima e ela na Colônia Penal Feminina, no bairro do Bom Pastor. “Agora o futuro deles depende do juiz da 11a Vara Criminal. Um advogado deve solicitar alguma medida como relaxamento de prisão, liberdade provisória ou pagamento de fiança”, adianta Darley.

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