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13/12/2013 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Os golpes mais comuns no fim de ano

Levantamento global aponta os nove ataques mais comuns em compras de fim de ano pela internet. Especialista em segurança dá dicas para evitar cair nestes golpes.

Fim de ano, com o aumento de compras online, é período dos mais férteis para golpes cibernéticos. Um estudo global realizado pelo Ponemon Instituite, sob encomenda da empresa de segurança RSA, apontou as nove principais ameças em compras deste período pela internet.

De acordo com Marcos Nehme, diretor da Divisão Técnica da RSA, tanto varejistas quanto consumidores precisam ter atenção redobrada durante este mês. Em entrevista ao O POVO, por telefone, Nehme apontou algumas dicas para que o consumidor comum evite cair nestes golpes.

“Uma das principais recomendações é tomar cuidado com o correio eletrônico. Quando receber emails que venham vem com links URLs direcionando-o para outra página, o consumidor deve deletá-los imediatamente, para não correr o risco de clicar no link por descuido”, enfatiza Nehme. “Se for alguma coisa realmente importante, seu amigo que enviou o email vai lhe ligar ou lhe perguntar se você abriu. Aí você já sabe que não era um golpe”.

O especialista em segurança alerta que o risco desses links é direcionar o internauta para uma página falsa, de uma loja fraudulenta, onde correrá o risco de colocar suas informações pessoais, como nome completo, endereço e número de cartão de crédito, que o fraudador certamente usará num futuro próximo.

A outra orientação de Nehme é para usuários de mobile. O especialista recomenda que antes de baixar qualquer aplicativo, o usuário observe quem é o desenvolvedor e quantos apps ele já desenvolveu (tanto a Apple Store quanto a Google Play fornecem este tipo de informação). Quanto mais aplicativos ele tiver nas lojas virtuais, melhor.

“Também é importante olhar as referências de outros usuários sobre o aplicativo que você queira baixar. Quanto maior o número de estrelas ele tiver ganho, mais confiável ele é”, reforça.

Confira abaixo, as nove principais ameaças identificadas pelos varejistas apontadas no estudo do Ponemon Instituite.

1. Botnets e ataques DDoS (Distributed Denial of Service, em português “Negação de Serviço Distribuída”). É uma tentativa de tornar os recursos e serviço do site indisponíveis. De acordo com o levantamento da Ponemon Institute, 83% dos comerciantes esperam ver ataques DDoS no período de compras de fim de ano. Além do custo direto da perda de vendas devido ao tempo de inatividade, este tipo de ameaça pode resultar a perda da confiança do consumidor e do valor da marca, gerando impacto de longo ao negócio.

2. Fraudes em aplicativos. O canal de vendas móvel é vulnerável aos comerciantes. Criminosos podem criar desde aplicativos falsos com aspecto de legitimo até disfarçar ataques em mensagens de descontos e promoções. Setenta e dois por cento dos comerciantes indicam que é difícil detectar os aplicativos que armazenam fraudes.

3. Malware em dispositivos móveis/roubo de credenciais. Os dispositivos móveis representarão uma parcela maior que o esperado no total de vendas. Somente nos Estados Unidos, a previsão é que as compras por meio de canais móveis representem mais de 16% em todo comercio eletrônico. Desta forma, pode aumentar a quantidade de malwares, que são softwares maliciosos, capazes de capturar credenciais de contas infiltrando-se nos tablets e smartphones dos consumidores.

4. Fraude do Clique. Quando cyberscriminosos criam links falsos e enviam aos consumidores em formato de anúncio publicitário ou promoção de sites. Este tipo de fraude tira vantagem de anúncio “por clique” -quando a empresa paga pela propaganda pelo número de cliques que o link recebe - por meio de softwares automatizados. Esta é uma grande ameaça durante o período de compras para festa de fim de ano porque há um forte investimento em propaganda para estimular compras online.

5. Teste de cartões de crédito roubados. O alto volume de transações no comercio eletrônico durante o fim do ano torna o período promissor para que criminosos cibernéticos testem cartões de credito roubados que compram em massa no submundo.

6. Fraude do cupom eletrônico. Esse tipo de fraude é resultado do abuso da lógica de negócios e tira vantagem de uma vulnerabilidade em um site, como software de carrinho de compras. Nesse caso, um criminoso cibernético contorna a política de preços de um varejista online. O criminoso escolhe um item que tenha grande desconto, o coloca no “carrinho de compras” e adia o pagamento. Posteriormente, ele retorna ao carrinho de compra depois de obter um cupom eletrônico e aplica o desconto ao preço final de compra. Assim, ele obtém o item por um valor muito abaixo do custo do varejista.

7. Sequestro de contas. O sequestro de contas começa com um ataque de phishing, quando tentam adquirir informações sigilosas de usuários na Internet, para conseguir as credenciais dos clientes. O levantamento da Ponemon aponta que 61% dos comerciantes acreditam ver a atividade de sequestro de contas acontecer durante a temporada de pico de compras.

8. Fraude de carteira eletrônica. A carteira eletrônica ou carteira digital é uma conta de pagamento online que o consumidor pode usar para fazer depósitos e pagar por bens em milhares dos principais sites. Por ser uma modalidade nova de pagamento, os cyberscriminosos podem se aproveitar das suas vulnerabilidades para desenvolver novos tipos de fraude.

9. Fraude da nova conta/inscrições em massa. A fraude de nova conta, geralmente, ocorre quando há ofertas de uma promoção popular ou sorteios. Os criminosos cibernéticos aproveitam botnets, softwares que trabalham de maneira automática, para sobrecarregar o site com inscrições fraudulentas de novas contas. Assim, aumentam suas chances de ganhar o prêmio. O Relatório da Ponemon indica que 71% dos comerciantes apontam esta fraude como difícil de detectar.

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