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13/12/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF desarticula esquema de corrupção no Ministério do Trabalho, no RJ

Por: Guilherme Brito

Quatro auditores fiscais, contadores e empresário são procurados. Grupo é suspeito de receber propina para não fiscalizar.

A Polícia Federal realiza nesta sexta-feira (13) a operação Workaholic, para desarticular um grupo de auditores fiscais do Ministério do Trabalho, contadores e um empresário que atuavam em Petrópolis e Teresópolis, na Região Serrana, e Três Rios, no Centro Sul Fluminense. As informações são da assessoria de imprensa do órgão.

Procurado pelo G1, por volta das 12h, o Ministério do Trabalho e Emprego apurava o caso.

Cerca de 70 policiais federais, com apoio de um representante da Corregedoria do Ministério do Trabalho e Emprego, cumpriram todos os nove mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal de Petrópolis. Os acusados são quatro auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego, três contadores e a mulher de um deles, e ainda um empresário.

Os envolvidos participavam da quadrilha arrecadando mensalmente os valores de propinas que eram repassadas aos servidores públicos. De acordo com a Policia Federal, foram apreendidos computadores, celulares e mais de R$ 40 mil em espécie. Além disso, foi bloqueada, nesta sexta, uma das contas bancárias que recebia os valores do esquema, onde estavam depositados cerca de R$ 7 milhões. Também foram encontrados indícios de sonegação do FGTS.

De acordo com o delegado Adriano Kaipper, as investigações começaram após a denúncias anônimas. "Muitos trabalhadores dessas empresas envolvidas na ação iam reclamar no Ministério do Trabalho sobre as condições de trabalho e não tinham as solicitações investigadas. Por isso, um agente da corregedoria do ministério agiu na investigação para reprimir servidores que compactuaram com o esquema", disse.

Os presos, que não tiveram as identidades reveladas, responderão, de acordo com suas participações, pelos crimes de formação de quadrilha, concussão e corrupção, cujas penas máximas somadas podem ultrapassar 23 anos de reclusão.

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