Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FALSIDADE DOCUMENTAL NOS PROCESSOS ELETRÔNICOS

Veja aqui a programação deste inédito treinamento programado para o dia 20/12 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

14/12/2013 - Pravda.ru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Após prisão, conselheiro envolvido em fraude continua no CONASP


A prisão de Clóvis Nunes, conselheiro do Conselho Nacional de Segurança Pública (CONASP), não foi suficiente para afastá-lo do colegiado. Preso na operação Vulcano, deflagrada pela Polícia Federal, o coordenador da ONG MovPaz no município de Feira de Santana (BA), continua no órgão que é ligado diretamente ao Ministério da Justiça.

A Assessoria de Comunicação da pasta informou que Clóvis Nunes foi indicado como representante da Rede Desarma Brasil e que esta não realizou nenhum pedido de substituição. Afirmou ainda que a existência de investigação sobre fato relacionado a um Conselheiro, sem relação com sua atuação no CONASP, não possui o condão de afastar o representante da instituição.

Para Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil e opositor declarado das políticas de desarmamento, a manutenção de Clóvis simboliza uma incoerência. "Se alguém responde um processo desses jamais poderia adquirir uma arma, mas pode continuar como conselheiro para definir políticas de segurança pública? Não faz o menor sentido", assevera.

Bene afirma ainda que o nível de relacionamento entre Governo e ONGs beira a promiscuidade. "Isso mostra o nível de ingerência que ocorre, onde essas organizações possuem mais poder que o próprio Ministro da Justiça. Que autoridade elas têm para se arvorarem à condição de parceira de tão relevante pasta governamental brasileira?", indaga.

Clóvis Nunes foi preso no último dia 28 de novembro, sob a acusação de, através da ONG MovPaz, chefiar um esquema de fraude na campanha de desarmamento, autorizando o pagamento de indenizações indevidas. O esquema foi descoberto pela Polícia Federal ao apurar que, através da MovPaz, Feira de Santana, município no interior da Bahia com apenas 730 mil habitantes, respondia por mais de 14% de todas as armas recolhidas no país.

Durante as investigações, foi apurado que, na verdade, o recolhimento de armas era fictício. De 8.800 armas pesquisadas, apenas 400 não estavam ligadas à fraude.

O esquema funcionava através da informação de dados falsos sobre recolhimento, pagando-se indenizações por armas que não existiam, e através da fabricação caseira de armas apenas para que fossem entregues em postos de coleta vinculados à MovPaz.

Com o esquema, o prejuízo aos cofres públicos supera a cifra de 1,3 milhões de reais.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 143 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal