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07/12/2013 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Gaeco tem denúncia contra 25 envolvidos em corrupção

Por: Amilton Lourenço

Inquérito apura suposto esquema de direcionamento de licitações no Saae.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo Sorocaba, aguarda apenas o recebimento do inquérito policial da Operação Águas Claras, que já foi concluído e enviado à 3ª Vara Criminal há mais de 30 dias, para apresentar denúncia criminal contra os envolvidos no esquema de corrupção e direcionamento de licitações no Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba (Saae).

"Nós já temos pronta a denúncia criminal que arrola 25 acusados, entre empresários, funcionários públicos e ex-diretores da autarquia. Para encaminhá-la à Justiça, aguardamos o recebimento do inquérito, que há mais de 30 dias encontra-se na 3ª Vara Criminal de Sorocaba e ainda não nos foi enviado", declarou o promotor de justiça, Wellington dos Santos Veloso.
Os acusados responderão pela prática de crimes de formação de quadrilha, formação de cartel, fraudes em licitações e corrupção passiva e ativa.

De acordo com o promotor a Operação Águas Claras também recolheu evidências do recebimento de suborno por parte de um deputado federal. "Não posso divulgar o nome do deputado, mas enviaremos uma cópia do processo ao Ministério Público Federal e à Corregedoria da Câmara dos Deputados, em Brasília", afirmou promotor. "Concluímos que havia uma organização criminosa, que tinha por objetivo lotear os contratos na área de saneamento básico, mediante a corrupção de funcionários públicos e agentes políticos", complementou o promotor.

A operação

Em novembro de 2012, o Gaeco deflagrou a Operação Águas Claras, que investigou os supostos favorecimentos nas contratações de empresas. Suspeita-se que o esquema fraudulento teria desviado aproximadamente R$ 1 bilhão.

A operação começou quando promotores e a Polícia Civil começaram a investigar um esquema de fraudes em licitações em autarquias de água e esgoto de várias cidades. De acordo com a polícia, por meio do pagamento de propinas, as empresas venciam licitações. As investigações apontaram que a empresa Alsan era quem comandava 29 companhias que faziam parte do esquema criminoso. Durante as investigações, dezesseis pessoas foram presas, mas liberadas posteriormente.

A Águas Claras começou com o objetivo de apurar fraudes em licitações do Saae de Sorocaba. Com a evolução das investigações, a polícia descobriu que as empresas integrantes do esquema agiam em várias outras licitações pelo Brasil.

Operação Atenas

Na tarde de ontem, o Gaeco ofereceu, ao Juízo da 2ª Vara Criminal de Itapetininga, denúncia criminal contra 61 pessoas indiciadas na investigação conhecida como Operação Atenas, que apurou esquema de desvio de dinheiro público do Hospital Regional de Itapetininga.

Os denunciados são empresários, dirigentes de Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, médicos e agentes públicos.
Os crimes atribuídos são de formação de quadrilha, fraudes em licitações, peculato e corrupção passiva e ativa.

A investigação concluiu que foram desviados, aproximadamente R$ 7,5 milhões por meio das empresas dos denunciados.
"Há nos autos notícia do recebimento de suborno por parte de um deputado estadual de São Paulo e pelo prefeito de Americana, motivo pelo qual a Procuradoria-Geral de Justiça receberá cópia integral da investigação para as providências de sua alçada", informou o promotor Wellington dos Santos Veloso.

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