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29/11/2013 - Portal Correio Centro Oeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PM alerta sobre golpes de estelionatários em Arcos e região


O recente crescimento da economia brasileira acaba por aumentar a renda das pessoas, possibilitando acesso a itens de consumo de melhor quantidade e em maior quantidade.

Esse crescimento repentino no valor da renda, no entanto, acaba sendo acompanhado em igual proporção pelo número de infratores, que se utilizam dos mais variados meios para ludibriar e enganar os desatentos.

Os estelionatários têm atuado de duas formas: pessoalmente, quando escolhem as vítimas em locais de grande movimentação de dinheiro, em especial, como bancos, Correios, casas lotéricas. Geralmente visam mulheres e pessoas idosas, devido à reduzida capacidade de resistência física ou de movimentação, para uma eventual perseguição; e ao telefone: nesse caso, escolhem as vítimas aleatoriamente, através de dados desviados ilegalmente, onde através de ameaças ou promessas inverídicas, conseguem fazer com que a vítima venha a depositar valores em banco ou adquirir bens para os estelionatários.
Algumas das ações mais comuns em Arcos e região:

Saidinha de banco: Algumas pessoas conhecidas como "olheiros" passam um tempo rondando e observando alguns estabelecimentos comerciais como bancos e casas lotéricas. Nas agências bancárias os "olheiros" fingem realizar alguma operação enquanto observam as prováveis vítimas do golpe. Depois eles passam a informação para outro indivíduo, normalmente por telefone ou mensagem de texto, e esse comparsa que recebe a informação do lado de fora do banco aguarda a vítima descrita sair. A maior parte das pessoas é atacada quando já está distante da agência, ou seja, são seguidas por algum tempo antes da abordagem. Nesse momento, ou furtam o recipiente do dinheiro e fogem ou enganam a vítima com falsas promessas para que o recipiente do dinheiro lhes seja entregue, fugindo em seguida.

Bilhete premiado: A vítima está andando pela rua e é abordada por uma pessoa com aspecto bem simples; roupas um pouco rasgadas, dentes estragados e cabelos mal-cuidados. Esse "mendigo" diz que achou um bilhete de jogo premiado e lhe pergunta onde e como se faz para trocar o prêmio. A vítima, esperando obter lucro pessoal, oferece prontamente ajuda. O vigarista argumenta que não pode ir até a lotérica por algum motivo e então propõe a venda do volante premiado por um valor bem alto. A vítima aceita, pois o valor do prêmio será bem maior do que ela desembolsa ao vigarista. Ao chegar à lotérica, a vítima descobre que o bilhete não estava premiado e que perdeu dinheiro. Pode ser usado também com “joias, ouro”, etc.

Outra variante desse golpe:

Três mulheres se aproximam para aplicar o golpe. A primeira chega com aparência humilde, pedindo informações sobre determinado endereço, sob a alegação de que precisa entregar um volante premiado. Logo em seguida, surgem duas mulheres bem vestidas, com bom vocabulário e também dispostas a ajudar. Em poucos minutos, as três mulheres passam a discutir sobre a honestidade de cada uma e seu desinteresse pelo prêmio, exigindo, uma da outra, um documento que comprove sua identidade. Quando a pessoa abordada não está de posse de nenhum comprovante, as golpistas sugerem acompanhar a vítima até sua casa, interrogando-a sobre as posses que tem em casa e no banco.

Carro de parente estragado: Esse golpe que consiste em alguém ligar se passando por um parente próximo que está precisando de dinheiro para consertar o carro. A vítima é convencida a depositar o dinheiro e depois descobre que tudo não passou de uma farsa e que ela foi mais uma vítima desses criminosos. Os golpistas entram em contato com a vítima dizendo que iriam fazer uma visita surpresa, mas infelizmente o carro quebrou e agora eles estão precisando de ajuda. O tipo de ajuda solicitada por esses golpistas é sempre dinheiro ou recargas para celular.

Parente sequestrado: O bandido liga para o celular da vítima noticiando o sequestro de um parente. A estratégia é agredir psicologicamente a pessoa com frases fortes e proferir ameaças de morte ao suposto refém. Manter a vítima ao telefone, impedindo-a de desligar o celular, é o segredo do sucesso do golpe. O preço do resgate é a compra de créditos para telefones celulares pré-pagos ou transferência de dinheiro (valores entre R$ 1 a R$10 mil) para contas abertas com documentos fraudados.

Prêmio via SMS em aparelho de celular

Geralmente os golpistas enviam uma mensagem de texto, embora não mandem o mesmo para cada vítima, seguem um certo padrão. Principais características: A mensagem geralmente diz que o celular foi sorteado em uma promoção, que você nunca ouviu falar. Como Teleton! 10 anos. Os fraudadores pedem para ligar para um número de telefone para mais informações. O DDD do número é 85, e o número costuma ser de celular. O prêmio costuma ser um carro, como um Ford Fiesta ou um Gol. Ao ligar, eles pedem para que sejam feito um depósito ou a compra de créditos. Caso a vítima realize o solicitado, insistem pedindo novos depósitos ou novas recargas.

Conferência de autoridades no Município: Este golpe visa taxistas, mototaxistas e proprietários de outros automóveis para aluguel. Geralmente um golpista liga para um motorista autônomo relatando que seu número foi indicado por determinado hotel do município onde a vítima atua. Em seguida, afirma que está participando de uma conferencia de juízes, promotores, prefeitos, delegados, etc, e que precisa de transporte para os conferencistas para vários pontos da cidade ou localidades vizinhas. Quando a vítima aparenta acreditar no golpe, o bandido desliga e volta a fazer contato em seguida, pedindo que ele coloque créditos em diversos celulares, que seriam das autoridades, mediante a promessa de pagamento no ato do frete. Com a solicitação, o desconhecido passa uma relação de números e que após isso diz um endereço onde a vítima deve buscar os passageiros anônimos. A vítima segue para o local e descobre que não existe nenhum evento relacionado.

Falso depósito em conta: Nesta modalidade, o golpista liga para a vítima e avisa que recebeu um prêmio de alto valor, mas que deve efetuar um depósito em dinheiro para pagar “honorários” pelas despesas com o concurso. Quando a vítima desconfia, o interlocutor pede a conta bancária da vítima e afirma ter depositado o prêmio prometido e que a ganhador deve depositar os “honorários”. A vítima verifica sua conta e percebe que houve tal depósito, mas não percebe que o valor está bloqueado. Em seguida, deposita o dinheiro para o estelionatário e só mais tarde descobre que o valor bloqueado na verdade era um envelope vazio colocado no caixa eletrônico.

Dicas de segurança

1. Nunca aceite ajuda de estranhos, especialmente em bancos.

2. Não forneça ou confirme dados particulares por telefone, pois você não sabe quem está do outro lado da linha. Oriente seus familiares e sua secretária a respeito.

3. Jamais reaja a assaltos ou sequestros na vida real.

4. Cuidado com sua documentação pessoal.

5. Desconfie de ofertas generosas.

6. Procure tratar pessoalmente assuntos com as instituições financeiras credenciadas.

7. Não seja ingênuo. Dinheiro fácil não existe. Seja prudente quando tratar de assuntos financeiros.

8. Nunca deposite dinheiro na conta de desconhecidos.

9. Controle sua ambição.

10. Nunca guarde o cartão e a senha no mesmo lugar.

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