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28/11/2013 - G1 / Jornal Nacional Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bandidos montam um cartório falso e enganam milhares de pessoas em SP

A polícia de São Paulo prendeu, nesta quinta-feira (28), sete suspeitos de aplicar um golpe em que as vítimas acreditam estar sendo atendidas por um cartório.

A polícia de São Paulo prendeu, nesta quinta-feira (28), sete suspeitos de aplicar um golpe em que as vítimas acreditam estar sendo atendidas por um cartório. Só que ele é falso. A gente vê na reportagem de César Galvão e Robinson Cerântula.

Quando as vítimas telefonavam para um cartório de protesto, a ligação caía dentro de uma casa em Guarulhos, na grande São Paulo.

O falso oficial do cartório pressionava o devedor.

Golpista: Para estar evitando esse protesto só pagando mesmo. Não tem jeito.

Depois de receber o dinheiro em uma conta bancária, os golpistas ainda explicavam para cada vítima que aquilo era um golpe, e ensinavam como não ser enganada outra vez.

Golpista: Não vou ficar mais enrolando. Infelizmente, a senhora perdeu esse dinheiro.
Vítima: É um golpe?
Golpista: Infelizmente a senhora depositou em conta clonada isso daí.

Depois de ouvir as vítimas, a polícia levou cinco meses para descobrir o endereço do falso cartório.

Nesta quinta (28), sete pessoas foram presas. Três estavam dentro do falso cartório. Lá dentro, havia uma caixa cheia de avisos de protesto e um computador, com a tela aberta na página de um cartório verdadeiro, que não tem nenhuma relação com o crime.

Uma linha telefônica, comprada com nome e endereço falsos era usada dentro da casa. O grupo passou os últimos cinco anos usando o mesmo número de telefone para aplicar golpes. Para escolher as vítimas, os golpistas tinham acesso aos avisos de protesto antes que eles chegassem às mãos dos devedores.

“Existe a possibilidade de participação de empresas terceirizadas. Vamos ver se existe a participação também do correio. É importante ver como essas cartas chegavam às mãos dos estelionatários”, aponta Paulo Henrique Navarro Barbosa, delegado.

Segundo a policia, até cem pessoas recebiam ligações do falso cartório por mês. Quem caiu na conversa da quadrilha teve um prejuízo dobrado: pagou para o golpista e ainda ficou com a dívida que deveria ter sido quitada com o cartório verdadeiro.

Golpista: Quando alguém ligar e pedir para depositar em pessoa física, já fica esperta, que é golpe.
Vítima: Podia ter avisado antes.

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