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28/11/2013 - A Tribuna Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude no Porto de Santos

Por: Eduardo Velozo Fuccia

Irmãos são acusados de participar de esquema que lesou cofres públicos em R$ 1bi.

Os dois despachantes aduaneiros de Santos acusados de envolvimento no esquema que lesou os cofres públicos em mais de R$ 1 bilhão, segundo a Polícia Federal (PF), são irmãos e sócios em uma comissária de despachos. Um deles, Anderson Aguiar, se apresentou à Justiça Federal espontaneamente na última terça-feira.

Acompanhado do advogado Marcelo Cruz, Anderson manifestou na Justiça Federal o desejo de se entregar às autoridades policiais, porque estava com prisão temporária de cinco dias decretada. Agentes federais tentaram cumprir a ordem de captura no início da manhã de segunda-feira, mas não o encontraram.

Nesta data, outros mandados de prisão foram cumpridos, um deles contra Alexsandro Aguiar, irmão de Anderson. Um empresário e um funcionário do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), cedido à Receita Federal, são os demais presos. A PF não divulgou os seus nomes. A Tribuna não conseguiu apurá-los.

Uma quinta ordem de captura foi expedida contra outro empresário de Santos, que até ontem permanecia foragido. O seu nome também não foi revelado e é ignorado pela Reportagem. O grupo foi descoberto durante investigações da Operação Encarnação, que já duram cerca de dois anos e prosseguem para identificar mais eventuais envolvidos, entre os quais auditores e técnicos da Receita Federal.

Segundo o delegado Paulo Vibrio, da PF, a rede criminosa tem ramificações em São Paulo e no Rio de Janeiro, sendo responsável pela sonegação de impostos de produtos importados via Porto de Santos e pela remessa ilegal de dólares ao Exterior.

Os principais beneficiários dessas ações seriam chineses, que se valeram de empresas fantasmas para o sucesso das fraudes. Por isso, a operação foi denominada Encarnação.

Os presos foram levados à Penitenciária Dr. Geraldo de Andrade Vieira, a P-I de São Vicente. Posteriormente, houve a transferência do servidor do Serpro à carceragem da Superintendência da PF em São Paulo.

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