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28/11/2013 - Rondonoticias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia aponta desvio de R$ 3,3 mi em fraudes em licitações em Ji-Paraná


Rondônia: Oitenta policiais civis e 15 servidores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) participaram da Operação Cartas Marcadas, em Ji-Paraná (RO), nesta quinta-feira (28), que pretende desarticular um grupo criminoso especializado em fraudar licitações na prefeitura entre os anos 2009 e 2012. Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão em 18 alvos da investigação. Segundo o diretor adjunto do Departamento de Estratégias e Inteligência da Polícia Civil, Leonardo Simões, o desvio pode chegar a R$ 3,3 milhões. Até o fim desta manhã não houve prisões.

Segundo o Secretário de Segurança Pública do Estado, Marcelo Bessa, as investigações tiveram início há um ano, após uma denúncia anônima que informou que empresas teriam fraudado o esquema de licitações públicas de forma a concorrerem sempre contra empresas escolhidas por elas mesmas, em um jogo de cartas marcadas, como sugere o nome da operação.

“São empresas que em sua constituição social trabalham com produtos de tratores até uma agulha, mas que não têm nem sede própria. Uma destas empresas ganhou mais de 50 licitações na prefeitura nos últimos quatro anos”, afirma Bessa. Apesar de não informar as secretarias onde o esquema funcionava, a polícia garantiu, em entrevista coletiva, que quase todas as pastas estão envolvidas.

O secretário afirmou que quatro servidores da prefeitura foram afastados das funções e, além deles, cinco empresários estão proibidos de entrar nas dependências dos órgãos municipais até o término das investigações. “O não cumprimento por parte deles pode desencadear o pedido de prisão preventiva”, diz Bessa.

Ao G1, o diretor adjunto do Departamento de Estratégias e Inteligência da Polícia Civil, Leonardo Simões, declarou que na operação foram apreendidos processos licitatórios, computadores, documentos e arquivos, tanto na prefeitura, quanto nas empresas e residências dos investigados. Os bens dos quatro servidores e dos cinco empresários investigados também foram bloqueados. "A justiça bloqueia os bens dos investigados para ter segurança de recuperar o bem público lesado, que chega a aproximadamente R$ 3,3 milhões", diz.

Os suspeitos, segundo a polícia, podem responder pelos crimes de associação criminosa, organização criminosa e fraude em licitação pública. As fraudes aconteceram durante a gestão do ex-prefeito José Bianco, que não é citado nem mesmo investigado nesta primeira fase da investigação.

A Polícia Civil, com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DCCO).

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