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26/11/2013 - Diário de Notícias / Lusa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

UGT da Andaluzia distribuiu malas falsas a congressistas


A federação da UGT na Andaluzia (Espanha) distribuiu 700 malas falsificadas na China, idênticas às de uma conhecida marca espanhola, a participantes no congresso da organização em 2009, emitindo faturas falsas que depois remeteu para o Governo regional.

Segundo a edição de hoje do jornal El Mundo, as malas e canetas de outra marca, também falsificadas, foram distribuídas no IX Congresso da UGT na Andaluzia, em que foi eleito o atual secretário-geral da central sindical nesta região espanhola.

Além de distribuírem cópias de malas fabricadas por uma empresa espanhola, os responsáveis da polémica decisão remeteram o seu custo (mais de 100 mil euros) à Junta da Andaluzia, com faturas falsas que se aproveitaram de fundos da União Europeia.

Para camuflar o destino real dos fundos, a UGT usou subsídios que foram dados na altura para publicidade de programas de formação destinados a desempregados andaluzes (programa Formam XXI) e outros apoios para planos de mulheres e juventude.

Questionado sobre a notícia de hoje, o secretário-geral da UGT nacional, Cándido Méndez, instou a organização na Andaluzia a "dar um passo adiante" e "assumir responsabilidades" por este caso.

Em declarações à Cadena Ser, Méndez, que sublinhou a autonomia da cada estrutura regional da UGT, disse que, pessoalmente se sente "muito mal" com este assunto

O El Mundo fundamenta a sua notícia com faturas, outros documentos contabilísticos e correios eletrónicos que, segundo alega, demonstra "mais outro episódio de desvio de fundos públicos através de faturas supostamente falsas na federação andaluza de UGT, desta vez agravado com um possível delito contra a propriedade intelectual, pelas supostas falsificações das malas".

Segundo o jornal, há documentos que comprovam que a UGT comprou em Sevilha uma marca original da marca Salvador Bachiller, entregando-o depois ao seu fornecedor habitual, especializado em artigos publicitários de empresa e materiais para a formação, para que lhe fizesse 700 cópias.

Esta empresa enviou a marca a uma fábrica na Ásia, "como reflete a nota de entrega do material que o provedor apresentou diretamente ao congresso".

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