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08/11/2013 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude em vistos traz comitiva do Consulado dos EUA a Maringá

Por: Carla Guedes


Três funcionários do consulado dos Estados Unidos estiveram em Maringá na manhã desta sexta-feira (8) para analisar documentos apreendidos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) durante a investigação sobre falsificações de documentos para obtenção de vistos norte-americano.

O Gaeco acusa uma agência de turismo de Maringá de falsificar documentos de interessados em obter o visto para entrar nos Estados Unidos. A fraude era aplicada em todo o País e, mesmo sob investigação, a empresa insistia em aplicar os golpes. A agência falsificava declarações de Imposto de Renda, escrituras de imóveis e comprovantes de abertura de empresas para que o candidato ao visto conseguisse comprovar que tinha vínculo no Brasil e dinheiro suficiente para fazer turismo nos Estados Unidos.

A autorização para visitar o país como turista era apenas fachada para que o interessado migrasse para os Estados Unidos, onde passaria a viver ilegalmente. No Gaeco, os integrantes do consulado tiveram acesso aos nomes dos brasileiros que contrataram serviços da agência para tentar localizá-los.

O promotor do Gaeco, Laércio Januário de Almeida, diz que alguns clientes sabiam da irregularidade, e outros não. "Entre as coisas erradas, também tinham pessoas de bem, que realmente eram turistas. Todas as que são turistas e estavam indo para os EUA viajar, não terão prejuízo algum porque nada contra elas acontecerá juridicamente. Lógico que perderam visto, entrevista, viagem; e poderão buscar indenização contra a empresa."

A agência de Maringá tinha bases nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rondônia e cobrava até R$ 15 mil para agilizar a obtenção do visto. Segundo o promotor, das 15 pessoas investigadas, 10 são de Maringá. A investigação mostrou também que os clientes que já prestaram depoimento no Ministério Público passaram a ser ameaçados pelo grupo. Por enquanto, ninguém foi preso.

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