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30/10/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeitos de fraudar serviço de telefonia no ES são presos

Três funcionários trabalhavam para prestadora de serviços da GVT. Eles articulavam uma falsa venda de serviços e ficavam com a comissão.

Três funcionários de uma prestadora de serviços de telemarketing para GVT foram presos, na manhã desta quarta-feira (30), pela suspeita de fraude de formulários de novos clientes. Segundo a polícia, eles criavam falsos clientes para ganhar comissão salarial. As investigações, que já duram mais de um mês, apontam que o prejuízo soma cerca de R$ 60 mil em serviços cancelados.Os envolvidos podem responder por crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsa identidade e associação criminosa.

Segundo o delegado Márcio Lucas Oliveira, o registro de um grande número de vendas canceladas chamou a atenção da empresa, que cobrou uma postura do responsável por captar clientes. "A GVT terceiriza o serviço de telemarketing para captação de clientes e consolidação das vendas, cuidando somente dos serviços de instalação e gerenciamento após a negociata. Quando a GVT ia fazer a instalação do serviço, não localizava o suposto cliente", explicou o delegado.

Em nota, a GVT informou que tem todo o interesse na apuração dos fatos e se coloca à disposição para quaisquer informações necessárias às autoridades policiais competentes para o esclarecimento do caso. A empresa esclareceu que nenhum dos envolvidos, presos em flagrante, fazem parte do quadro de empregados.

A polícia informou que todos os documentos que comprovam os dados falsos já foram entregues e os mandados de busca e apreensão também já foram cumpridos. Dois envolvidos foram detidos quando estavam em casa, e um na empresa, onde trabalha atualmente. Agora, eles serão ouvidos pela polícia.

Esquema

O delegado informou que, na empresa terceirizada, o telemarketing captava clientes e repassava um formulário preenchido para a confirmação da venda em um setor de backoffice, que as concluía os transmites das informações para que a GVT providenciasse a instalação. Partindo disso, funcionários do telemarketing, que recebiam salários também através de sistema de comissão, começaram a montar formulários com dados desencontrados ou falsos.

Além disso, segundo Oliveira, áudios captados pelas gravações telefônicas comprovaram que uma terceira funcionária se passava por cliente para confirmar a compra do serviço. Assim, o telefonema do backoffice, que fazia a confirmação das vendas, caía para essa funcionária, que concluía a fraude ao efetivar a falsa compra do serviço.

No entanto, na instalação, a GVT não conseguia fazer contato telefônico com o suposto cliente, ou a pessoa informada não residia no endereço. Com as vendas canceladas pela GVT, a empresa terceirizada não recebia o valor devido pela negociação. Entretanto, as comissões já tinham sido pagas aos servidores do telemarketing.

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