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01/11/2013 - Jornal do Comércio Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende três pessoas por corrupção na SRTE/RS

Por: Jair Stangler


A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira três pessoas suspeitas de participar de um esquema de corrupção no âmbito da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul (SRTE/RS). Estão presos na Polícia Federal em Porto Alegre um auditor fiscal do trabalho, um servidor administrativo e o presidente de um grupo empresarial especializado em segurança do trabalho. Durante a ação da PF foram apreendidos R$ 55 mil na residência do auditor, possivelmente dinheiro oriundo de propina.

Segundo a PF, o esquema funcionava para resolver rapidamente embargos e interdições de obras dos clientes do grupo, fiscalizadas pelo auditor investigado. Ao mesmo tempo, obras não atendidas pelo grupo sofriam uma fiscalização mais rigorosa. Após o embargo da obra, o grupo se apresentava como solução. O esquema seria praticado há pelo menos dois anos. Segundo a PF, engenheiros de empresas encarregadas por grandes obras recebiam, em média, 5% do valor total dos contratos, e este seria o mesmo percentual destinado aos agentes públicos. Os clientes da consultoria, informa a PF, são tratados como vítimas do esquema. A investigação teve início em junho a partir de apuração do próprio Ministério do Trabalho.

A PF não divulgou o nome dos presos e do grupo empresarial envolvido, para não atrapalhar as investigações. “É uma empresa de Porto Alegre com vários anos de atuação no mercado”, afirmou o superintendente-geral da Polícia Federal no Rio Grande do Sul, Sandro Caron de Moraes. A organização criminosa estaria se expandindo também para São Paulo e Brasília e buscando obras e contratos maiores. Os maiores contratos até agora chegariam a R$ 500 mil. O esquema atingiria inclusive algumas das obras da Copa do Mundo de 2014.

De acordo com o delegado Aldronei Pacheco Rodrigues, que chefia a investigação, a Operação W (de work, trabalho em inglês), ainda não deveria ter sido deflagrada. Foi antecipada para impedir um atentado contra a vida de um auditor-fiscal do trabalho, não envolvido no esquema, que iria fiscalizar a construção de um empreendimento atendido pelo grupo em Gravataí. O atentado deveria acontecer entre ontem e hoje. Segundo Rodrigues, os servidores não tinham conhecimento.

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