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01/11/2013 - Canal Rio Claro Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF de Piracicaba prende 4 por crimes de moeda falsa


A Polícia Federal (PF) de Piracicaba (SP) prendeu quatro pessoas nesta quinta-feira (31) por envolvimento com crimes de falsificação, de distribuição de moedas falsas e de posse ilegal de arma em cidades da região. As ações fazem parte da Operação Marginatus, deflagrada em todo o estado de São Paulo e envolveu equipes na prisão de pessoas ainda na capital, Santo André (SP), Sorocaba (SP), Americana (SP) e Santa Bárbara d'Oeste (SP).

"Realizamos as prisões, a apreensão de documentos e encaminhamos para a PF de São Paulo, que coordenou a operação. Ainda fizemos um flagrante de posse ilegal de arma de fogo em um dos locais. O homem foi conduzido até a delegacia e pagou R$ 687 de fiança, sendo liberado", afirmou o delegado da PF em Piracicaba, Florisvaldo Neves. Dos cinco mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos na região de Piracicaba, três foram cumpridos. Os outros dois procurados não foram localizados.

Ainda segundo Neves, a PF cumpria as prisões em uma casa quando encontrou um homem com uma arma que tinha registro, mas que estava vencido. O armamento ficará à disposição da Justiça e será encaminhado ao Exército para destruição. Os registros de arma de fogo expedidos após o Estatuto de Desarmamento (Lei 10.826/2003) têm validade de três anos.

Operação Marginatus

A Operação Marginatus é destinada a desarticular organização criminosa dedicada à falsificação e distribuição de moeda falsa. O nome da operação foi inspirado no nome científico da garoupa, cuja imagem está presente nas cédulas de R$ 100.

Cerca de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão nas residências dos envolvidos. Durante as investigações, oito pessoas foram presas em flagrante e apreendidas centenas de notas falsas, cujo montante foi de R$ 200 mil.

Foi também fechada uma gráfica clandestina, que operava no interior de uma residência no bairro de Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, cuja produção estimada era de R$ 70 mil em notas falsas por semana. As notas falsas eram introduzidas em circulação nos municípios de São Paulo, na Região do ABC, Campinas (SP), Americana, Santa Barbara d’Oeste, Piracicaba, Sorocaba, São José dos Campos (SP) e ainda no estado de Minas Gerais.

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