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22/10/2013 - Convergência Digital Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pagamento móvel: mercado à espera do Banco Central

Por: Fabio Barros


No próximo dia 20 de novembro termina o prazo para que o Banco Central divulgue as regras para o novo sistema de pagamentos móveis brasileiro. A divulgação tem gerado expectativa no mercado, que já conta com uma série de produtos prontos para serem lançados.

O que se começa a discutir, é sobre que plataforma esses produtos serão lançados. No caso da Mastercard, a aposta óbvia são os cartões. Ricardo Pareja, executivo da empresa, defende que soluções de pagamento móvel (M-Payment) devem ser lançadas sobre sistemas já existentes. “O cartão já funciona para nós, por isso acreditamos que esse é o caminho”, diz.

Pareja lembra que os cartões representam hoje apenas 20% das compras dos brasileiros, contra 50% das famílias norte-americanas, por exemplo. O percentual, por si só, já indica o tamanho do potencial de mercado a ser conquistado.

A empresa, aliás, conta com uma parceria global com a Telefônica Vivo, cuja solução tem hoje mais de 100 mil clientes cadastrados. Maurício Romão, da operadora, diz que esta parceria deverá estar operando no Brasil até o final do ano que vem. “Nosso foco estará nos 40% da população que hoje não tem acesso a conta bancaria. Acreditamos que nosso produto deve trazer essas pessoas para o mercado financeiro”, afirma.

Para Romão, as soluções de pagamento móvel atenderão a três tipos distintos de clientes: o usuário de alta renda, que conta com smartphones avançados e vários cartões de crédito, para o qual será oferecida uma carteira eletrônica que será cadastrada junto ao seu banco; o usuário intermediário, que tem cartão de crédito e débito, mas usa celulares menos sofisticados; e o usuário que não tem conta em banco e nem cartão, mas usa celulares.

“Em todos os casos, vamos usar o legado já existente”, revela. Para Romão, o Brasil tem hoje um sistema financeiro bastante sofisticado, o que ai exigir o uso da tecnologia apenas para fazer a migração destes processos para o meio eletrônico. O maior volume virá dos usuários de baixa renda que, segundo o executivo, será aculturado pelos serviços móveis, preparando-se para, no futuro, acessar outros produtos financeiros.

Pareja concorda, e lembra que a ideia é criar uma ferramenta que traga clientes para o sistema financeiro. A grande questão, afirma, será a adoção por parte dos usuários. “A carga de dinheiro na conta móvel é um desafio. Hoje esse consumidor tem dinheiro, que é aceito em qualquer lugar. Ele precisará perceber os benefícios da solução, como a possibilidade de pagar contas e fazer transferências sem sair de casa”, diz.

De todo modo, Romão acredita que, uma vez em operação, as soluções móveis deverão contar com várias tecnologias convivendo por algum tempo. “O mesmo ocorreu com os cartões. Nos últimos 20 anos, passamos dos recibos carbonados para o uso de chip, e nesse período, muitas destas soluções foram usadas ao mesmo tempo. O plástico vai migrar para o celular, mas por um bom tempo várias tecnologias serão usadas”, afirma.

Mais que isso, o executivo da Telefônica Vivo afirma que, seja qual for o modelo, ele vai depender de cooperação. “Se não houver cooperação entre os players, não vinga. Não é possível fazer sozinho”, conclui.

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