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22/10/2013 - Convergência Digital Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pagamento móvel: bancos e fornecedores temem modelo único

Por: Fabio Barros


Enquanto as operadoras celulares e de cartões de crédito se preparam para lançar suas soluções de pagamento móvel no mercado brasileiro, outros players do mercado discutem o modelo de legislação a ser definido pelo Banco Central. A expectativa é de que ele trate mais de segurança, e menos de tecnologia.

É o que prevê Fabrício Royer, da IBM, para quem a nova legislação deverá tratar de maneira rígida esse novo modelo de negócios. “Teremos vários players participando de um arranjo, por isso será preciso cercear os fatores de risco. Acredito que teremos uma legislação mais preocupada com a regulamentação e a mitigação de riscos”, diz.

Uma pesquisa realizada pela KPMG confirma essa preocupação também por parte dos usuários. De acordo com Marcelo Peralta, consultor da companhia, o estudo apontou que os três principais pontos de alerta levantados pelos usuários são segurança, atendimento e facilidade de uso. “Além de garantir a segurança, é preciso mudar a percepção do usuário”, diz.

Mesmo com essa preocupação, Ricardo Guerra, do Banco Itaú, acredita que a chegada dos pagamentos móveis deve abrir a possibilidade de novos negócios, agora baseados na localização e análise dos hábitos dos clientes. “Poderemos entender o comportamento desse cliente e criar produtos específicos”, afirma.

Modelo

O consenso está no público a ser atingido, e isso explica um eventual foco da legislação na redução do risco. Royer lembra que hoje 79% dos celulares em operação no Brasil são pré-pagos e que qualquer que seja o modelo a ser adotado, ele deve levar isso em conta. “Nada pode ser mais demorado do que tirar o dinheiro do bolso e pagar. O brasileiro tem particularidades e os fornecedores têm que estar atentos a isso”, afirma Royer.

Para Celio Rosa, da Oracle, essas particularidades têm que ser tratadas com cuidado. “Temos procurado desenvolver uma capa agnóstica, que funcione com todas as operadoras. A solução a ser usada não pode ser engessada por uma tecnologia ou um equipamento”, defende.

Nesse sentido, Peralta, da KPMG, lembra que quando se fala em pagamento móvel, o foco está em quatro grandes funcionalidades: pagamento por proximidade, comércio móvel (m-commerce), pagamento de contas e transferência de valores. “Acreditamos que a legislação vai incentivar a transferência de valores e o pagamento de contas, deixando as outras em segundo plano”, diz.

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