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17/10/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Grupo leva R$ 200 mil em golpe com cartas de crédito em Franca, SP

Integrantes fingiam ser funcionários de bancos e consórcios, diz vítima. Polícia Civil instaurou cinco inquéritos para investigar o caso.

A Polícia Civil investiga um grupo de supostos estelionatários que teriam aplicado um golpe de mais de R$ 200 mil com cartas de crédito falsas em Franca (SP). Segundo os boletins de ocorrência registrados no município, os integrantes se passavam por representantes comerciais, funcionários de bancos e consórcios. Cinco inquéritos foram abertos para investigar o crime. O advogado de um dos suspeitos nega que o homem tenha aplicado qualquer tipo de golpe.

Uma das vítimas - um vendedor, que não quis se identificar - conta que obteve com o suspeito uma carta de crédito no valor de R$ 37 mil, com assinatura reconhecida em cartório. O dinheiro seria usado para a compra de um veículo. O vendedor pagou uma entrada de R$ 9,5 mil e o restante seria quitado em 71 parcelas de quase R$ 600.

"Assinei o contrato em 30 de maio. Ele pediu para 60 dias para fazer o pagamento e não fez. Vou atrás, ele não atende o telefone. Quando atende, só fica prometendo que vai pagar e nunca paga. Pelos documentos, acreditei que era de verdade. Ele até foi no cartório comigo, autenticou e reconheceu firma dos documentos, só que na realidade nem carta de crédito existe", diz.

De acordo com o vendedor, o golpista se passou por um representante comercial de uma empresa de São Paulo que vendia cotas de consórcios já contemplados. Depois de perceber que havia caído em um golpe, a vítima chegou até a tentar negociar com o suspeito. "Pelo que procurei saber, a tal empresa nem existe. Até um acordo para devolver o dinheiro, que era para ele ter devolvido em 30 de agosto, foi feito. Houve vários agendamentos de depósito, mas ele não cumpriu nenhum", afirma.

O vendedor registrou um boletim de ocorrência sobre o caso. Além dele, outras dez ocorrências denunciam a ação da suposta quadrilha.

Defesa

O advogado de defesa de um dos suspeitos, Neviton Aparecido Ramos, afirma que o suposto estelionatário também seria vítima da situação. "Ele trabalhava para uma empresa de São Paulo e fazia a venda de cartas de crédito. No começo, foram todas entregues, e agora no final houve algumas divergências", diz.

Ramos afirma que ainda não teve acesso às citadas cartas de crédito, mas garante que seu cliente só recebia o salário da empresa. "Ele não pegou dinheiro. Ele recebeu o salário da empresa. O dinheiro era repassado para a empresa. Já entramos em contato com os responsáveis e aguardamos uma posição", conclui.

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