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21/10/2013 - Capital News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dois irmãos e um professor são presos tentando fraudar concurso da Polícia Civil

Por: Samira Ayub


Os irmãos gêmeos Thiago Feliciano Rodrigues e Diogo Feliciano Rodrigues, de 27 anos, foram presos neste domingo (20) ao tentar fraudar o concurso público para investigador da Polícia Civil. Os irmãos contaram com a ajuda de Waldemir Ribeiro Acosta, de 35 anos, professor de ensino fundamental, que também foi preso. Ele foi contratado pelos irmãos para passar os gabaritos das provas.

A delegada titular da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações (DEDFAZ), Ariene Nazareth Murad de Souza Cury, a fraude foi descoberta já no concurso para soldado da Polícia Militar, realizado no último dia 13. Segundo ela, Thiago foi flagrado com a carcaça de um telefone celular, sem a capa protetora da bateria, acoplado ao braço, por baixo da camisa e eliminado do concurso.

Após a eliminação de Thiago, ele recebeu uma mensagem de texto com o gabarito da prova, o que motivou para a instauração de um inquérito policial contra Thiago. “Iniciamos as investigações e cruzando dados verificamos que Thiago e o irmão gêmeo Diogo estavam inscritos também no concurso da Polícia Civil”, informou a delegada Ariene.

Neste domingo, a dupla foi flagrada durante as provas pela Polícia Civil, em posse de telefones celulares, o que é expressamente proibido, contra a lei e regulamento do concurso. Segundo a delegada, ambos foram presos e autuados em flagrante. “Durante o interrogatório os gêmeos confessaram que contrataram por R$ 500,00 o professor Waldemir para realizar as provas nas duas primeiras horas, saindo da sala com o caderno de provas, para passar aos acusados o gabarito com todas as respostas”, explicou Ariene.

Thiago Feliciano Rodrigues e Diogo Feliciano Rodrigues foram detidos na Uniderp da avenida Ceará, e o professor Waldemir Ribeiro Acosta foi preso em casa, no bairro Vila Progresso. Thiago já tem passagem por lesão corporal dolosa.

Segundo informações da Polícia Civil, a lei prevê fiança para o crime de utilizar ou divulgar indevidamente conteúdo sigiloso de concurso público, em benefício próprio ou de outra pessoa. A delegada titular da DEDFAZ arbitrou para cada um dos acusados o valor de até cinco salários mínimos, cerca de R$ 4 mil, para que possam responder ao processo em liberdade.

A tentativa de fraude não irá prejudicar o concurso, uma vez que a fraude foi descoberta antes e os acusados foram presos.

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