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14/10/2013 - Jornal Luzilândia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Mulher do bicheiro Cachoeira pode ser candidata e quer combater corrupção

O assunto é um dos destaques da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, assinada pela jornalista Vera Magalhães nesta segunda-feira (14).

Andressa Mendonça, mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira, se filiou ao PSL em Goiás e já deu início aos planejamentos sobre uma candidatura nas eleições de 2014. A mulher do bicheiro, além de entrar no noticiário político em consequência de ser mulher do empresário e por ter sido denunciada pelo MPF por suspostamente ameaçar um juiz que cuidava do caso de seu marido, Andressa se torna protagonista, frisando que "no ano passado, disse a amigos que escolheria como plataformas a legalização dos jogos de azar e o combate à corrupção". O assunto é um dos destaques da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, assinada pela jornalista Vera Magalhães nesta segunda-feira (14).

Na época em que Cahoeira estava preso sob acusação de comandar um esquema de jogo ilegal revelado por uma operação policial, Andressa foi denunciada pelo Ministério Público Federal por tentar ameaçar e chantagear o juiz da Operação Monte Carlo, Alderico Rocha Santos, em troca da liberdade do marido. A denúncia chegou a ser confirmada pelo MP e externou que Andressa teria entregue ao juiz, um pedaço de papel com o nome de três conhecidos do magistrado. Ela teria dito possuir um dossiê que envolveria Alderico Rocha Santos. O magistrado entendeu a ameaça como corrupção ativa, prevista pelo Código Penal, e acionou a Polícia Federal. Ela pagou fiança de R$ 100 mil à Justiça Federal, em agosto do ano passado, para não ser presa.

Crimes

Carlos Augusto Ramos, também denominado pela imprensa como Carlinhos Cachoeira, é um empresário preso sob acusações de envolvimento no crime organizado e por corrupção. Ele foi preso no dia 29 de fevereiro de 2012 como resultado da Operação Monte Carlo e só foi solto no dia 20 de novembro do mesmo ano, quando caiu a prisão preventiva em relação a outro caso que tramita no Distrito Federal, da Operação Saint-Michel.

A Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), através do desembargador Fernando Tourinho Neto, Cachoeira estava sendo prejudicado por excesso de tempo de prisão preventiva, quando ainda não há condenação, por culpa dos juízes responsáveis pelos desdobramentos da Operação Monte Carlo na Justiça Federal em Goiás. Já o Ministério Público Federal (MPF) alegou que a culpa do atraso era da defesa, que ingressava com vários recursos sem necessidade. A Operação Monte Carlo apurou esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos no Centro-Oeste.

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