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09/10/2013 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Inquérito sobre fraudes em fundo de pensão chega ao Supremo

Operação Miqueias ficará no STF por envolvimento de dois deputados. Waldir Maranhão e Eduardo Gomes negam envolvimento no caso.

O inquérito sobre a Operação Miqueias, ação da Polícia Federal que investiga desvio de dinheiro de fundos de pensão municipais, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (8). Na semana passada, o processo havia sido remetido ao Supremo por decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região por conta do envolvimento de parlamentares no esquema.

O processo foi distribuído ao ministro Marco Aurélio Mello, a quem caberá supervisionar a investigação.

Dois parlamentares são alvos do inquérito: Waldir Maranhão (PP-MA) e Eduardo Gomes (PSDB-TO). O deputado Davi Alcolumbre (DEM-AP) também foi citado em escutas telefônicas, mas não aparece como investigado. Os três negaram vínculo com fraudes.

O Supremo vai investigar o caso porque os parlamentares têm foro privilegiado e só podem ser alvos de inquéritos autorizados pelo tribunal e com acompanhamento da Procuradoria Geral da República. Para prosseguir com as investigações sobre os parlamanteres, a PGR precisa obter autorização do STF.

Gravações telefônicas

O envolvimento dos parlamentares foi constatado em telefonemas gravados pela Polícia Federal com autorização da Justiça. Segundo a PF, o doleiro Fayed Treboulsi, citado como o chefe do esquema, foi flagrado conversando com deputados em diversas ocasiões.

Em um dos diálogos, Eduardo Gomes conversa com o doleiro para marcar encontro com um prefeito. Ainda conforme a PF, uma agenda de Fayed apreendida traz anotações de valores ao lado de Eduardo Gomes: R$ 60 mil, R$ 250 mil e R$ 100 mil. A PF, porém, não informa do que se tratam os valores.

Conforme a PF, foram identificados dois depósitos de R$ 100 mil cada um na conta de um funcionário de Gomes. As transferências foram feitas, afirma a investigação, por empresas e pessoas ligadas ao doleiro Fayed.

O deputado licenciado e secretário do Tocantins admitiu que apresentou prefeitos ao doleiro, mas disse que não foram fechados negócios. Eduardo Gomes afirmou que vai verificar sobre depósitos feitos na conta de um funcionário dele.

O deputado Waldir Maranhão afirmou que nunca teve contato com o doleiro e Davi Alcolumbre negou que tivesse intermediado encontros.

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