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09/10/2013 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

"Fraude de médicos é um desrespeito à população", diz MP de Londrina

Por: Juliana Leite


O Ministério Público de Londrina caracterizou como falta de valor no comportamento dos 14 médicos que teriam fraudado o registro de cartão-ponto no Hospital Universitário (HU), administrado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público moveu ação contra os profissionais após investigação do expediente referido ao período de abril e maio de 2007.

"Se os valores são escassos, se a remuneração não é eficiente, que essa pessoa peça demissão é vá investir na iniciativa privada", disparou o promotor Renato de Lima Castro, que assina a ação junto com a promotora Leila Voltarelli. Neste momento, o MP não pediu o afastamento dos médicos acusados. Na ação, o órgão pede a perda da função pública dos médicos, imposição de multas, ressarcimento aos danos ao erário.

Segundo a investigação,o registro de presença era feito pelo próprio profissional ou então através de um sistema de revezamento, em que um colega usava o crachá do companheiro sem que estivesse prestando o serviço. A situação foi flagrada pelas câmeras de segurança do próprio HU.

Figuram na lista os profissionais: Simone Garani Narciso, Luciano Rodrigues e Silva, Ricardo Ueda, Marcos César Miguita, Milton Ferreira Neves Filho, Silvio Henrique Maia Almeida, Adriana Prueter Pazin, Alexandre Marangão, Clovis Massato Kuwahara, Marcello Tito, Paulo José de Santana, Rodrigo Gomes de Oliveira e Walter Koelsch Junior.

Ao todo, o prejuízo contabilizado pelo período foi estimado em R$ 26.438,64, em valores atualizados até setembro de 2013. "Londrina não pode passar por mais este esse problema haja vista que em inúmeras oportunidades a cidade tem sido palco de grandes atos de corrupção", declarou o promotor.

Lima Castro ainda ainda criticou o procedimento adminitrativo conduzido pela direção do hospital. "A conclusão foi mto branda, muito complacente. Entretanto, o MP se reserva ao direito de não fazer uma análise pontual sobre o comportamento dos integrantes da comissão", declarou. O órgão estuda chamar os dirigentes do HU e da UEL para cobrar diretrizes de controle e fiscalização das atividades dos médicos.

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