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08/10/2013 - Público.pt - Última Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Governos recuam no combate à corrupção por parte de multinacionais

Por: Camilo Soldado

Relatório aponta para retrocesso generalizado nas medidas de combate ao suborno das multinacionais como forma de conquistar novos mercados.

Os governos das nações mais exportadoras estão a recuar no combate às empresas que utilizam a corrupção o como forma de ganhar novas quotas de mercado, revela um novo estudo.

Dos 40 países que assinaram a convenção anti corrupção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), 30 não estão a fazer o suficiente, aponta a associação Transparency Internacional.

Em 2012, os países com a maior aplicação dos programas anti-corrupção foram os Estados Unidos, a Alemanha, o Reino Unido e a Suíça (em conjunto, responsáveis por 26,2% das exportações mundiais), o que constitui um retrocesso em relação ao ano anterior, quando 7 países faziam parte deste grupo. O estudo indica que Itália reduziu a aplicação em 2012, enquanto Dinamarca e Noruega têm vindo a recuar neste capítulo nos últimos quatro anos.

Citado pela Reuters, o presidente da Transparency Internacional, Huguette Labelle, garante que “se os 40 países, o que representa mais de dois terços das exportações globais, implementassem as medidas anti-corrupção requeridas pela convenção da OCDE, fariam com que se tornasse muito difícil escapar impune com subornos”.

Dos países onde a organização considerou que a medidas anti-suborno não são aplicadas encontram-se países como Estónia, Nova Zelândia, Grécia, Israel, Chile, México e Irlanda. Segundo a organização, estes dados podem ser explicados por cortes orçamentais ou ausência de entidades especializadas no assunto.

Passados 16 anos da assinatura da convenção, grandes exportadores como a Índia, China, Indonésia e Arábia Saudita ainda não subscreveram o documento.

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