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07/10/2013 - Decision Report Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Segurança contra fraudes corporativas

Por: Rodrigo Aron


No caso das fraudes financeiras e operacionais (roubo de dados, de ativos empresariais, etc), existem momentos cruciais à proteção empresarial: antes, durante e depois do ataque. E não é preciso conhecimentos técnicos avançados para saber que quanto mais cedo houver a mitigação da ameaça, haverá menos danos aos negócios. Por isso, avaliação de riscos, controles internos e segurança aplicada à informação são fundamentais para minimizar danos às empresas, explica João Eduardo Ferreira, diretor de Marketing de Produtos e Inovação do CPqD.

Segundo o executivo, o problema de fraudes corporativas tem se agravado em todo o mundo nos últimos anos e no Brasil não é diferente. Há no País cerca de 10 a 15 casos de ações fraudulentas por dia. “As auditorias aplicadas sozinhas não bastam para resolver questões ilícitas ocorridas dentro dos ambientes de trabalho”, afirma Ferreira durante evento realizado na semana passada no prédio da IBM, em São Paulo. Para ele, a Tecnologia da Informação tem papel de extrema relevância na proteção dos dados trafegados nas redes e no armazenamento seguro de informações de alta criticidade aos negócios.

Os números assustam, de acordo com levantamento feito pela ACFE (Association of Certified Fraud Examiners), associação norte-americana focada em análises e debates sobre fraudes, os golpes corporativos internos e externos causam às organizações de todo o mundo a perda de aproximadamente US$ 3,5 trilhões todos os anos, sendo que as empresas levam em média 18 meses para identificar um ato fraudulento. Para atender a esse cenário, Ferreira aponta a TI como peça-chave no combate às ameaças de fraude, proporcionando funções de monitoria e diagnósticos sobre a saúde dos dados, por meio de soluções, como SIEM (Security Information and Event Management), Data Loss Prevention e Risk Manager.

Caixa preta

Para Lorenzo Parodi, especialista em Segurança da Informação e analista de segurança da Deall, os setores corporativos (públicos e privados) no Brasil apresentam em média 5% de casos de fraudes e classifica as empresas nacionais como sendo ‘muito ruins’ e algumas como ‘menos piores’ em relação à maturidade em lidar com a proteção antifraude. “As grandes corporações ainda investem em proteção, mas nas pequenas companhias não existe praticamente nada de defesa, eles praticamente acham fraudes por acaso”, argumenta.

Segundo o especialista, ferramentas de logs, monitoria e captura de eventos potencialmente perigosos permite as equipes de TI identificar e registrar possíveis ameaças à integridade dos negócios. “A tecnologia serve como uma caixa preta das empresas, armazenando e analisando informações referentes a todas as ações realizadas pelos colaboradores, tanto internos como externos, para auditorias mais eficientes”, conclui Parodi.

Miopia corporativa

De acordo com Mário Sérgio Ribeiro, sócio-diretor da Enigma Consultoria, especializada em Segurança da Informação, as companhias em geral investem mal na defesa cibernética, visando sempre a proteção física, como câmeras, guardas e fechaduras, mas se esquecem de garantir a segurança dos dados. “Não há gestão de risco eficiente”, revela. Para ele, a fraude interna, a mais comum nas empresas, aproveita sistemas e controles fracos, além da falta de administração operacional (humana), para obter sucesso.

O valor da informação já ultrapassou o dos ativos tangíveis para os negócios, o diferencial competitivo já medido pela capacidade preditiva e de inovação, indica Ribeiro. “Mas as organizações não prestam atenção a esse fato e continuam a olhar a segurança como um gasto, não como investimento”, finaliza.

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