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08/10/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cinco suspeitos de fraudar fundos de pensão são soltos

Justiça mandou soltar grupo nesta segunda-feira (7). Entre os libertados está Fayed Traboulsi, apontado como chefe da quadrilha.

Cinco suspeitos de participar de um esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão municipais foram libertados na noite desta segunda-feira (7). Eles tinham sido presos durante a Operação Miqueias, da Polícia Federal (PF). Veja ao lado reportagem do Jornal da Globo sobre o caso.

A decisão foi do juiz Evandro Neiva de Amorim, da 8ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do DF (TJ-DF).

Entre os libertados está o doleiro Fayed Treboulsi, apontado pelo Ministério Público (MP) como chefe da quadrilha. Ele e os outros quatro suspeitos tinham sido presos no mês passado. Agora, poderão responder ao processo em liberdade.

Além de Fayed Treboulsi, também foram beneficiados Carlos Eduardo Rocha Marzola, Flávio Junior de Carvalho, Marcelo Toledo e Sandra Maria da Silveira.

A Operação Miquéias prendeu 20 pessoas em nove estados, entre elas delegados e agentes da Polícia Civil do DF.

Em Brasília, foram apreendidos cinco carros de luxo e uma lancha de R$ 5 milhões, comprados com dinheiro supostamente lavado.

Segundo as investigações, o grupo movimentou mais de R$ 300 milhões, fruto de aplicações financeiras de alto risco, criadas com finalidade de desvio, com dinheiro que paga aposentadoria de servidores.

Todo o processo oriundo da investigação da PF já foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF), por causa do envolvimento de deputados federais. Segundo o MP, o processo foi dividido em duas partes: uma estava na Justiça Federal, em razão de desvio de recursos federais; e outra, na Justiça do DF, por investigar lavagem de dinheiro de empresas de Fayed sediadas no DF.

Ainda segundo o MP, o juiz do TJ entendeu que não tinha mais competência para julgar o caso porque parte dele, que tramitava na Justiça Federal, já havia sido enviada ao Supremo, a quem caberia decidir sobre desmembramento ou não do processo. O juiz seguiu entendimentos anteriores do Supremo de que os acusados podem aguardar o processo em liberdade.

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