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28/11/2007 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação ‘estoura’ 4 laboratórios na região

Por: Adilson Rosa


Quatro laboratórios de cópias piratas de CDs e DVDS, cerca de 12 mil peças piratas e virgens apreendidas e 10 pessoas presas. Esse foi o saldo da Operação Dublê, desencadeada pela Polícia Civil ontem, na Grande Cuiabá, para combater crimes contra a propriedade intelectual. O foco da operação foi desarticular grupos que faziam cópias e as comercializava. Os nove delegados e 45 policiais envolvidos na ação cumpriram nove mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Criminal de Cuiabá.

Pelas contas da polícia, os produtos piratas comercializados rendiam às quadrilhas mais de R$ 1 milhão anualmente somente em Cuiabá e Várzea Grande. As investigações iniciaram há três meses e envolveram a Gerência de Inteligência Policial (GIP).

Segundo o diretor de Polícia Metropolitana, delegado Jales Batista, quatro grandes laboratórios, que funcionavam em casas dos bairros Pedregal, Alvorada, Jardim Guanabara – Cuiabá - e Construmat, em Várzea Grande, eram responsáveis por mais da metade das cerca de 50 mil peças – entre CDs e DVDS piratas – comercializadas mensalmente na Grande Cuiabá.

Numa das casas, os policiais aprenderam cerca de R$ 16 mil em dinheiro, saldo da comercialização das peças. Além dos produtos, os policiais apreenderam computadores de alta tecnologia usados para fazer a reprodução em grande escala.

“Nosso foco foi os ‘peixões’ e não os peixinhos”, brincou o delegado. O dinheiro apreendido teria entrado na noite anterior por conta da comercialização de produtos piratas. A venda é feita em consignação - o vendedor só paga o que vende.

Como a despesa é mínima – não existe o pagamento de impostos e de direitos autorais para a produção -, o vendedor final paga R$ 2 por peça e as revendas saem por R$ 5, tanto no caso do CD como do DVD. O golpista também lucra porque ganha por quantidade. Jales lembrou que atacar quem produzia e comercializa essas peças representa um “duro golpe” na pirataria. “Prender quem está vendendo numa banca no Centro representa apenas a ponta final. Precisamos atacar no começo”, frisou.

As dez pessoas presas foram levadas para a Delegacia do Complexo do Verdão e autuados por violação do direito autoral (artigo 184 do Código Penal) e formação de quadrilha (artigo 288). Este último é afiançável em juízo e todos deverão ficar em liberdade nos próximos dias.

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